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Delegado-geral do caso ‘Orelha’ quebra o silêncio e acaba de ser… Ver mais

O Brasil, que se comoveu e chorou com a triste e brutal história do cãozinho Orelha em Florianópolis, agora se depara com um novo escândalo de cortar o coração. Imagine só, o senhor que está em casa, a senhora que nos lê: a mesma autoridade encarregada de garantir a justiça, o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina,

Ulisses Gabriel, tornou-se o alvo de uma campanha covarde de ataques e ameaças. Em um desabafo corajoso em suas redes sociais, o delegado revelou que ele e sua equipe estão sendo vítimas de mentiras, acusações sem pé nem cabeça e agressões virtuais que buscam manchar seu nome e o trabalho sério da polícia.

É uma situação revoltante. Pessoas mal-intencionadas estão usando a dor da perda do animalzinho para criar confusão e atacar quem trabalha pela lei.

O delegado, um homem de posição e responsabilidade, viu-se obrigado a vir a público para se defender de informações distorcidas que se espalham como fogo em mato seco na internet. Estão tentando desmoralizar a investigação e proteger os culpados, e o delegado-geral foi colocado no centro deste furacão de falsidades.

“NÃO TENHO LIGAÇÃO!”: Delegado Nega Tudo e Expõe as Farsas Para o Brasil Ver!

Com a firmeza que se espera de um chefe de polícia, Ulisses Gabriel colocou os pingos nos ‘is’. Ele negou categoricamente qualquer tipo de amizade, parentesco ou ligação com o advogado que defende um dos adolescentes investigados.

É uma mentira deslavada, criada para fazer o povo acreditar que há um esquema para proteger o agressor. “Não mantenho relação próxima com ele”, afirmou o delegado, deixando claro que tudo não passa de uma invenção cruel. Da mesma forma, ele desmentiu qualquer parentesco com uma mulher que tem o mesmo sobrenome que o seu, outra coincidência que os maldosos usaram para alimentar suas teorias falsas.

O delegado-geral fez questão de lembrar a todos que seu papel é garantir que a investigação aconteça de forma justa e imparcial, sem se curvar a pressões, venham de onde vierem. Ele não está conduzindo o inquérito diretamente, mas sim assegurando que os delegados responsáveis tenham a autonomia para fazer seu trabalho corretamente. É a palavra de uma autoridade máxima contra as sombras da internet.

O FUTURO DO CASO: O Que Acontecerá Com os Culpados Pela Morte de Orelha?

Apesar de toda essa confusão e dos ataques covardes, o trabalho da Polícia Civil não parou. Para o alívio de todos que clamam por justiça, o inquérito foi concluído e já está nas mãos do Ministério Público.

E o resultado é duro: a polícia pediu a internação do adolescente que é apontado como o principal responsável pelas agressões que levaram à morte do pobre Orelha. Não é só isso: os adultos que tentaram coagir e ameaçar testemunhas durante o caso também foram indiciados e responderão por seus atos.

Agora, o Brasil inteiro aguarda, com o coração na mão, a decisão da Justiça. A polícia fez a sua parte, mesmo sob ataque. Resta saber se a punição para este crime que chocou o país será exemplar. A luta do delegado Ulisses Gabriel contra as mentiras mostra que a batalha pela verdade é tão importante quanto a batalha pela justiça nos tribunais. O povo de bem torce para que ambas sejam vencidas.

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