Farmacêutica é m0rta após receber ‘presente’ chocante da médica, era um p… Ver mais
Uma história de gelar a espinha, daquelas que a gente pensa que só acontece em novela, abalou a cidade de Uberlândia, em Minas Gerais. Uma médica, que deveria salvar vidas, está agora atrás das grades, acusada de um crime terrível e covarde.
Segundo a polícia, foi ela quem mandou matar uma pobre farmacêutica, uma mãe de família, tudo por causa de uma obsessão doentia. A investigação da Polícia Civil revelou que a doutora Cláudia Soares Alves não agiu sozinha. Ela teria contratado o próprio vizinho para ser o carrasco e tirar a vida da vítima no seu local de trabalho, a farmácia onde todos a conheciam e queriam bem.
Mas o que deixa qualquer um de cabelo em pé é a crueldade e a frieza do plano. Antes de o assassino cometer o crime, ele entregou um pacote para a farmacêutica. Dentro, um objeto de borracha em formato de pênis e uma carta escrita à mão pela própria médica. Meu Deus, imagine o horror da vítima ao receber algo tão humilhante segundos antes de ser executada.
Para a polícia, essa atitude tinha um objetivo claro: manchar a honra da farmacêutica e tentar enganar os investigadores, fazendo parecer que o crime era outro. Mas por que tanta maldade? O motivo é ainda mais chocante: a médica namorava o ex-marido da vítima e, cega pelo ciúme e pela cobiça, queria tomar para si a filha que a farmacêutica tanto amava.
Justiça Tarda, Mas Não Falha: A Captura da Doutora do Mal e Seu Cúmplice
O ex-marido contou à polícia que o relacionamento com a médica foi um pesadelo. Em apenas dois meses de casado, ele percebeu que ela era uma pessoa desequilibrada e que tinha uma fixação perigosa em se tornar a mãe de sua filha.
Com medo, a farmacêutica proibiu que a criança tivesse contato com a doutora. Foi a gota d’água. A médica, então, teria planejado a morte da rival para ter o caminho livre para o ex-marido e, principalmente, para a criança. Para piorar, essa não é a primeira vez que a doutora Cláudia se envolve com a polícia.
Ela já era conhecida por um crime pavoroso: o rapto de um bebê recém-nascido de uma maternidade na mesma cidade. Uma mulher com um histórico de maldade.
Felizmente, a justiça começou a ser feita. A médica e seu vizinho foram encontrados e presos em Itumbiara, Goiás, no dia 5 de novembro. A prisão, que era temporária, já foi convertida para preventiva, o que significa que eles ficarão presos por tempo indeterminado, esperando o julgamento.
A defesa da médica ainda tentou um pedido de liberdade, mas a Justiça negou. A comunidade agora respira um pouco mais aliviada, sabendo que os responsáveis por essa tragédia estão onde deveriam estar: longe das ruas e pagando pelo mal que fizeram. A família da farmacêutica, destruída pela dor, clama por justiça, esperando que a pena seja a mais dura possível para um crime que tirou a vida de uma mãe inocente de forma tão cruel.





