Só Veja se Tiver Estôm4go! Câmera Flagrou o que Jovem Fez com o Cão Orelha Antes de Sua M0rte… Veja Mais
Um crime que chocou o Brasil e fez o sangue de todos que amam os animais ferver. O dócil cão comunitário Orelha, conhecido e amado por todos na Praia Brava, em Florianópolis, foi encontrado sem vida após uma agressão covarde e brutal.
Agora, a polícia finalmente aponta um culpado: um adolescente de apenas 15 anos. Em uma investigação digna de cinema, os policiais analisaram mais de mil horas de filmagens e ouviram 24 testemunhas para desvendar o que aconteceu naquela madrugada terrível de 4 de janeiro. As imagens são claras: Orelha, o fiel amigo de quatro patas, sai de sua casinha às 5h18.
Pouco depois, o jovem suspeito é visto indo em direção à praia. O retorno do pobre animal, às 6h32, já é de cortar o coração: ferido e lutando para caminhar, em um sofrimento que ninguém deveria presenciar. A pergunta que não quer calar é: que tipo de maldade leva um jovem a cometer tamanha atrocidade contra uma criatura indefesa?
Mentiras e Tentativa de Fuga: Família Tenta Esconder Provas do Crime
A frieza do suspeito e de sua família é algo que assusta. Ao ser questionado, o adolescente mentiu descaradamente, afirmando que passou a manhã inteira apenas na piscina do condomínio de luxo onde estava hospedado.
Uma mentira que caiu por terra quando as câmeras de segurança mostraram seu trajeto até a praia, exatamente no período em que Orelha foi agredido. Como se não bastasse, ao retornarem de uma viagem aos Estados Unidos, 25 dias depois do crime, a família teria tentado esconder peças de roupa cruciais para a investigação – um boné e um moletom que o jovem usava no dia do ato covarde.
Uma atitude que demonstra um claro desprezo pela justiça e uma tentativa de acobertar um crime bárbaro que clama por punição. A mãe nega, mas as evidências reunidas pela polícia contam uma história diferente, uma história de enganos e crueldade.
Justiça ou Impunidade? Defesa Luta Para Livrar o Jovem e Revolta a População
Enquanto a população exige que a justiça seja feita, a defesa do adolescente já trabalha para contestar as conclusões da polícia.
O advogado alega que o horário não bate e que não existe um laudo que comprove a hora exata da agressão, tentando criar uma cortina de fumaça sobre os fatos. Ele chega a dizer que o clamor do povo não pode justificar a internação do jovem, ignorando a gravidade do que foi feito.
Mas as autoridades estão de olhos bem abertos. A pedido da Polícia Civil, a Justiça já deu a primeira resposta: o passaporte do adolescente foi apreendido, um sinal claro de que ele não escapará tão facilmente. Agora, o Brasil inteiro aguarda a decisão do Ministério Público, esperando que a morte do querido Orelha não se torne apenas mais um número nas estatísticas da impunidade e que o responsável pague pelo sofrimento que causou.





