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TRAGÉDI4 EM FAMÍLIA: Mãe e filha de 14 anos tem fim trágic0 após vizinho… Ver mais

Uma noite de domingo que deveria ser de paz e descanso se transformou em um cenário de guerra e dor na pacata cidade de Cabreúva, no interior de São Paulo.

Uma mãe, Camila de Sousa Figueiredo, de apenas 36 anos, e sua filha, a jovem Camila Vitória, de 14, tiveram suas vidas ceifadas de forma brutal e covarde. O motivo? Uma inacreditável e fútil discussão por causa de som alto, mostrando que a barbárie pode morar ao lado.

A Fúria Desenfreada por um Motivo Inacreditável

Tudo aconteceu em um piscar de olhos. Enquanto uma equipe da Polícia Militar fazia sua ronda de rotina pelo bairro, o som de tiros rasgou o silêncio da noite. Os policiais, já esperando o pior, correram para o local e se depararam com uma cena de puro horror:

um homem, descontrolado e armado, dentro da garagem de uma casa, ainda efetuando disparos. O que poderia ter levado um ser humano a cometer tal atrocidade? A resposta é tão chocante quanto o crime: uma simples reclamação sobre o volume da música.

A intolerância e a fúria transformaram um vizinho em um assassino a sangue frio, que não hesitou em apontar sua arma para uma mãe e sua filha adolescente.

O Desespero e a Tentativa de Justiça com as Próprias Mãos

Ao verem o que havia acontecido, os moradores da rua, tomados por um misto de revolta e pânico, partiram para cima do atirador. Uma multidão enfurecida tentou fazer justiça com as próprias mãos, e foi preciso que os policiais agissem rapidamente para evitar um linchamento.

Enquanto o criminoso era contido, equipes do SAMU chegavam para uma corrida desesperada contra o tempo. Camila e sua filha, juntamente com outros dois homens que também foram atingidos, foram levadas às pressas para a UPA. Mas, para mãe e filha, já era tarde demais. As duas não resistiram aos ferimentos, e uma família foi destruída para sempre.

Um Arsenal Escondido e um Futuro de Dor

O horror não terminou aí. Durante a prisão, a esposa do atirador, em estado de choque, revelou que havia mais. Em uma busca na residência do homem, a polícia encontrou um verdadeiro arsenal.

Dentro de um cofre, havia outra arma, uma carabina, e centenas de munições. Aquele homem não era apenas um vizinho irritado; era uma bomba-relógio prestes a explodir. Agora, o caso está nas mãos da Polícia Civil, que investiga os detalhes dessa noite sangrenta.

Para a comunidade, fica o medo e a pergunta que não quer calar: até quando teremos que conviver com monstros escondidos em pele de vizinho? Para a família, resta apenas a dor de um luto eterno.

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