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Adolescente de 14 anos m0rre de forma trág!ca em padaria após discussão por… Ver mais

A tranquilidade de Ribeirão das Neves foi estilhaçada por um ato de violência que gela a alma. Em um lugar tão comum e familiar como uma padaria, onde famílias buscam o pão de cada dia, o terror se instalou. Três mulheres, três vidas interrompidas de forma brutal e covarde.

Uma cliente de 56 anos, Yone Ferreira Costa, que estava apenas no lugar errado, na hora errada. E duas meninas, quase crianças, Nathiely Kamilly, de 16, e Emanuely Geovana, de 14, que tinham um futuro inteiro pela frente e trabalhavam honestamente.

A cena, descrita por testemunhas, é de um filme de horror: um homem de capacete, uma discussão banal e, de repente, o som dos disparos que ecoaram pela vizinhança, deixando um rastro de sangue, dor e uma pergunta que não cala: onde vamos parar?

Reviravolta Chocante: A Confissão que Mudou o Rumo da Investigação

Nos dias que se seguiram, a comunidade vivia sob o medo e a desinformação. A polícia, pressionada, apontou inicialmente um adolescente de 17 anos, ex-namorado de uma das vítimas, como o principal suspeito.

O jovem foi apreendido, sua família sofreu com a acusação e a dor de também ter perdido uma pessoa amada na tragédia. Mas a verdade, como um rio subterrâneo, sempre encontra um caminho para a superfície. Em uma reviravolta digna dos roteiros mais intrincados, a polícia de Belo Horizonte, durante uma abordagem de rotina por outro crime, deteve um homem de 30 anos.

Para o espanto de todos, este homem, frio e calculista, admitiu sua participação na chacina da padaria, mudando completamente os rumos da investigação e trazendo um novo capítulo de horror a este caso que já parecia ter atingido o seu limite de crueldade.

A Face Fria do Mal: O Sorriso do Assassino e o Arsenal Encontrado

A confissão não veio acompanhada de remorso. Pelo contrário. Fontes da polícia afirmam que o suspeito, ao narrar o crime, chegou a sorrir. Um sorriso macabro que revela a face mais fria do mal.

Durante a prisão, foi encontrado com ele um verdadeiro arsenal do crime: uma arma de fabricação artesanal, munições, placas à prova de balas e uma touca ninja, itens que mostram a premeditação e a periculosidade do indivíduo. Enquanto um jovem apontado injustamente respira aliviado por ter sua inocência próxima de ser provada, a sociedade se depara com a imagem de um monstro que andava livremente pelas ruas.

A investigação continua, mas uma coisa é certa: a frieza demonstrada pelo assassino confesso assusta mais do que os próprios tiros que ele disparou.

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