Ass4ssino de Dantinho revela o motivo da dec4pitação e o que ele fez com a… Ver Mais
Uma notícia abalou o Espírito Santo e trouxe à tona fantasmas de um dos casos mais sombrios da história do Brasil. A cabeça de Dante Brito Michelini, de 76 anos, conhecido como Dantinho, foi finalmente encontrada boiando no mar, no coração de Guarapari.
Para quem tem mais idade, o nome ‘Dantinho’ ecoa com o peso do infame ‘Caso Araceli’, a menina que teve um fim trágico nos anos 70. Agora, o homem que um dia foi absolvido daquele crime terrível, encontra seu próprio fim de maneira igualmente brutal, decapitado e com o corpo carbonizado. A polícia agiu rápido e o que descobriram na confissão do assassino é de gelar a espinha.
UMA VINGANÇA COZINHADA EM FOGO LENTO: A CONFISSÃO QUE PAROU GUARAPARI
O responsável por essa atrocidade, um homem vindo da Bahia, já estava atrás das grades por outro crime quando a polícia, em um trabalho de mestre, ligou os pontos. Ao ser confrontado, ele não hesitou e confessou tudo com uma frieza assustadora.
Segundo seu relato, ele apenas procurava um lugar para dormir e entrou no sítio de Dantinho. Ao ser descoberto, teria sido expulso e agredido com pedaços de madeira pelo idoso. A humilhação e a dor, segundo ele, acenderam um pavio de ódio.
Ele contou que, em vez de ir embora, deu a volta por uma área de mata, escondeu-se e esperou, como um predador, o momento em que Dantinho estaria vulnerável. Foi então que o ataque aconteceu. Ele não só tirou a vida do empresário, como, em um ato de fúria e vingança, separou a cabeça do corpo. A polícia agora busca incansavelmente pela faca usada no crime, que pode revelar ainda mais sobre essa noite de terror.
O PASSADO QUE NUNCA MORRE: A SOMBRA DO CASO ARACELI
Muitos talvez não se lembrem, mas nos anos 70, o nome de Dante Michelini, o ‘Dantinho’, estampou os jornais de todo o país. Ele foi um dos acusados pelo sequestro e morte da menina Araceli Cabrera Crespo, um caso que marcou uma geração e virou símbolo da luta contra a violência infantil.
Na época, ele e outros réus chegaram a ser condenados, mas em uma reviravolta judicial, acabaram absolvidos por falta de provas, e o crime prescreveu sem que ninguém pagasse por ele.
Para muitos, a justiça nunca foi feita. Agora, décadas depois, o destino traça um fim violento e macabro para Dantinho, reabrindo velhas feridas e fazendo o Brasil inteiro se perguntar sobre as voltas que a vida dá.
CENA DE HORROR: OS DETALHES MACABROS NO SÍTIO DO TERROR
Quando a polícia chegou ao sítio em Meaípe, encontrou um cenário digno de um filme de terror. O corpo de Dantinho já estava em avançado estado de decomposição, parcialmente queimado, e sem a cabeça.
A casa também tinha marcas de incêndio, com paredes e telhado destruídos, mostrando a violência do que aconteceu ali. A investigação mobilizou equipes especializadas, incluindo cães farejadores. Foi um desses cães que indicou um riacho próximo, onde os peritos encontraram um saco plástico.
A suspeita é que ele tenha sido usado para carregar a cabeça da vítima antes de ser lançada ao mar. Cada detalhe coletado pela Polícia Científica ajuda a montar o quebra-cabeça de um crime que, embora solucionado, deixa para trás um rastro de violência e perguntas sobre justiça e vingança.





