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Prefeito tem infart0 após saber o que genro fez com seus 2 n…Ver mais

Uma notícia que abala até a alma mais forte. A cidade de Itumbiara parou, e o coração de um avô, o prefeito Dione Araújo, simplesmente não aguentou. Ele sofreu um mal súbito fulminante na noite desta quarta-feira (11), momentos após receber a mais desoladora das notícias: a perda de seus dois netos, de forma brutal e pelas mãos do próprio pai, seu genro.

O VÍDEO QUE ESCONDIA UM PESADELO: AS ÚLTIMAS HORAS DAS CRIANÇAS

Horas antes do banho de sangue que chocou o país, uma cena de amor e carinho era postada nas redes sociais. Thales Machado, o secretário de Governo e genro do prefeito, aparecia sorridente ao lado dos filhos, com a legenda “Papai ama muito”.

Quem poderia imaginar, caro leitor, o monstro que se escondia por trás daquele sorriso? Ninguém desconfiava que aquelas seriam as últimas imagens das crianças com vida. O menino de 12 anos e seu irmãozinho de 8, que pouco depois teriam seus futuros roubados de maneira covarde, dentro do que deveria ser o porto seguro de seu lar.

A CARTA DA DISCÓRDIA: O QUE LEVOU UM PAI A COMETER O IMPENSÁVEL?

O que leva um pai a apontar uma arma para os próprios filhos? A resposta, ou parte dela, parece estar em uma carta de despedida deixada por Thales antes de tirar a própria vida. No texto, que foi rapidamente apagado mas cujo conteúdo vazou, ele fala em traição, em problemas no casamento e em um profundo abalo emocional.

Seria o ciúme a mola propulsora para tamanha barbárie? A carta é um desabafo final, um pedido de perdão misturado com referências a Deus, tentando justificar o injustificável e deixando um rastro de perguntas e dor para a família que ficou.

CORAÇÃO DE AVÔ NÃO AGUENTA: O DRAMA DO PREFEITO E O LUTO DE UMA CIDADE

Imagine a cena: um avô, um homem público, recebe a notícia de que seus dois pequenos netos foram assassinados. E que o assassino é o pai deles, seu próprio genro. A dor é tão avassaladora que o corpo padece. Foi o que aconteceu com o prefeito Dione Araújo.

Seu coração, partido em mil pedaços, falhou. Levado às pressas ao hospital, ele agora se recupera, mas como se recuperar de uma ferida como essa? Enquanto o prefeito luta pela vida, a cidade chora no velório do pequeno Miguel, com o coração apertado

pela notícia de que o irmãozinho, que lutava bravamente na UTI, também não resistiu. É uma tragédia em dose dupla, uma dor que ecoará para sempre nos corredores daquela prefeitura e, principalmente, no coração de um avô.

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