REVIRAVOLTA! Câmera Flagra Mãe Com Bebê e Revela o Que Realmente Aconteceu no Rio: Ela Entrou Para… Ver Mais
Uma cena que desafia a compreensão e gela a alma de qualquer pai, mãe ou avó abalou a pacata cidade de Águas de Santa Bárbara, no interior de São Paulo. Uma mãe, identificada como Amanda Christina Batista
Rodrigero, de 31 anos, foi flagrada por uma câmera de segurança cometendo um ato de crueldade inimaginável: entrar deliberadamente nas águas do Rio Pardo com sua filha, uma pequena e indefesa recém-nascida de apenas 20 dias, em seus braços.
As Imagens que Revelaram um Pesadelo
O relógio marcava por volta das 7h30 da manhã de terça-feira (17), um horário em que a maioria das famílias inicia seu dia. Para Amanda, no entanto, era o começo de um pesadelo. A filmagem, que se tornou a peça-chave da investigação, mostra seu carro estacionando às margens do rio.
Com uma frieza que assusta, ela desce, caminha até a beira da água com a criança no colo e, sem hesitar, avança até que a forte correnteza as engula.
A testemunha silenciosa, a câmera, registrou o momento exato em que o que era para ser um afogamento acidental se revelou um plano macabro. A polícia, de posse do vídeo, mudou imediatamente o rumo do caso, e o que era tragédia virou suspeita de um dos crimes mais hediondos que existem.
Um Resgate Milagroso e uma Ausência Desesperadora
Horas depois, o destino mostrou suas duas faces. Em um verdadeiro milagre, Amanda foi encontrada viva, a impressionantes 14 quilômetros de distância do ponto onde entrou no rio. Estava enroscada em um tronco de árvore, lutando pela própria vida que tentou dispensar.
Moradores locais a retiraram da água e o Corpo de Bombeiros prestou os primeiros socorros. Mas enquanto uma vida era salva, a angústia por outra apenas começava. Da pequena bebê, nenhum sinal. A alegria pelo resgate da mãe foi rapidamente substituída pelo desespero da busca pela filha.
O rio, que antes era cenário de tranquilidade, tornou-se palco de uma busca incansável e dolorosa, com cada minuto de silêncio aumentando a certeza do pior.
De Vítima a Culpada: A Justiça Diante do Inacreditável
Após ser atendida no pronto-socorro, Amanda não voltou para casa, mas foi levada diretamente para a delegacia. A mulher que poderia ser vista como vítima de uma tragédia, agora era a principal suspeita de um crime bárbaro.
A prisão preventiva foi decretada em audiência de custódia, e ela agora aguarda atrás das grades o desenrolar de seu destino. A polícia trabalha com a hipótese de tentativa de homicídio, mas todos sabem que, caso o pequeno corpo da criança seja encontrado, a acusação pode se agravar para homicídio consumado ou infanticídio.
A comunidade está em choque, e o Brasil se pergunta: o que pode levar uma mãe a cometer um ato tão desumano contra seu próprio sangue, um ser que ela gerou e deveria proteger com a própria vida?





