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Técnica de enfermagem m0rre após negar entregar o filho de 2 anos, o pai introduziu uma p!stola na… Ver Mais

Uma onda de choque e tristeza tomou conta da cidade de Diadema, em São Paulo, após a notícia de uma barbárie que ceifou a vida de uma jovem mãe e trabalhadora. Mariane Lima Alves, uma dedicada técnica de enfermagem de apenas 27 anos, teve seu futuro roubado de forma cruel dentro de sua própria casa.

O autor dessa atrocidade, segundo a polícia, foi seu ex-companheiro, Bruno de Oliveira Zeni, de 30 anos, que não aceitou um ‘não’ como resposta e transformou uma disputa familiar em um cenário de guerra, tudo na frente do pequeno filho do casal, de apenas 2 aninhos.

A FÚRIA CEGA DE UM PAI: Vídeo Mostra o Exato Momento da Tragédia

A crueldade do ato foi registrada por câmeras de segurança, e as imagens são de gelar a alma. No vídeo, Bruno aparece completamente alterado, transtornado, discutindo na porta da residência. Vizinhos e familiares tentam contê-lo, mas a fúria o cega.

Em um ato de pura covardia, ele saca uma pistola e dispara impiedosamente em direção à casa onde Mariane se abrigava. Um dos tiros atinge a jovem no abdômen, uma ferida fatal. Como se não bastasse, a violência respingou na mãe de Mariane, uma avó que só tentava proteger a filha e o neto, e que acabou baleada no rosto. Por um milagre, ela sobreviveu para contar a história de horror que presenciou.

A ARMA LEGAL QUE VIROU INSTRUMENTO DO CRIME: O Detalhe que Chocou a Polícia

Enquanto a família chorava a perda de Mariane, uma informação sobre o assassino veio à tona e deixou todos ainda mais revoltados. Bruno de Oliveira Zeni era registrado como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), ou seja, tinha permissão legal do governo para possuir armas de fogo.

A mesma pistola que deveria ser usada para esporte e lazer foi o instrumento que destruiu uma família. Após o crime, o monstro fugiu, abandonando seu carro, mas a justiça foi rápida. A polícia o encontrou e o prendeu.

Agora, a comunidade clama por respostas: como um homem com acesso legal a um arsenal pode cometer um crime tão brutal? A morte de Mariane não é apenas uma estatística, é um grito de alerta para a segurança de nossas mulheres e famílias.

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