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Mulher é m0rta pelo ex-marido horas após assinar divórcio, ele usou um… Ver Mais

Uma história que deveria celebrar um novo começo transformou-se no mais sombrio dos finais. Em Muitos Capões, na Serra Gaúcha, a comunidade está em choque com o destino de Uliana Teresinha Fagundes, uma senhora de 59 anos, cuja vida foi brutalmente ceifada por aquele com quem dividiu décadas de sua existência.

O casal, Uliana e Lazaro Tschoepke Pinto, ambos com 59 anos, havia acabado de colocar um ponto final legal em seu longo casamento.

Na manhã da fatídica terça-feira, 20 de janeiro, assinaram os papéis do divórcio em Vacaria. Mal sabia Uliana que, ao retornar para a casa que um dia foi seu lar para buscar seus pertences, estava caminhando para uma armadilha mortal. O papel que lhe deu a liberdade também assinou, sem que ela soubesse, sua terrível sentença de morte.

A Fuga e o Mistério: A Caçada Pelo Homem Que Desapareceu Após os Disparos

Os minutos que se seguiram foram de puro terror. Uliana entrou sozinha na residência, um lugar repleto de memórias que agora se tornaria uma cena de crime. Do lado de fora, o silêncio foi quebrado pelo som impiedoso de disparos.

Lazaro, o ex-marido, foi visto fugindo do local, dando início a uma caçada desesperada pela polícia. O que se passava na mente daquele homem? Seria ciúme? Incapacidade de aceitar o fim?

A cidade inteira se perguntava, enquanto as autoridades buscavam por um homem que, após cometer um ato tão covarde, parecia ter sido engolido pela terra. Uliana jazia sem vida, vítima de uma violência que ninguém poderia prever, deixando para trás uma família em luto e uma comunidade aterrorizada com a brutalidade do ocorrido.

Encontrado na Plantação: O Fim Sombrio do Assassino e o Detalhe que o Identificou

O mistério sobre o paradeiro de Lazaro teve um fim tão macabro quanto o crime que ele cometeu. Dias depois, na quarta-feira, dia 11, seu corpo foi localizado em uma vasta plantação de soja. O avançado estado de decomposição contava a história silenciosa de seus últimos dias.

Ao lado do cadáver, um revólver calibre .38, registrado em seu nome, confirmava a principal suspeita da polícia: após tirar a vida da mulher com quem viveu, Lazaro tirou a própria.

A confirmação de sua identidade foi um trabalho minucioso para os peritos, que só conseguiram ter certeza ao analisar detalhes muito pessoais do corpo, como próteses dentárias e placas metálicas que ele tinha em um dos pés. Um final sombrio para um homem que não suportou o fim de seu casamento e arrastou sua ex-companheira para o mesmo destino trágico.

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