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Infelizmente Foi Confirmado, Nosso Querido Amado Batista Acaba de Ser Conden…Ver Mais

O nome de Amado Batista voltou ao centro das atenções após uma decisão da Justiça do Tocantins manter a pensão mensal de R$ 10 mil para Layza Bittencourt, sua ex-companheira. O caso, que mistura romance, separação e disputa judicial, reacendeu debates e movimentou as redes mais uma vez.

O relacionamento entre o cantor, de 73 anos, e Layza, de 23, chegou ao fim no final de 2023. Depois da separação, ela entrou na Justiça pedindo o reconhecimento da união estável, além da fixação de alimentos provisórios e compensatórios, alegando ter mudado completamente de vida durante o namoro.

Segundo o processo, Layza afirmou que deixou a carreira profissional para se dedicar às empresas do artista e passou a viver um padrão elevado ao lado dele. A jovem disse ainda que recebia mesada de R$ 10 mil, morava com o cantor e não teria condições de manter sozinha o estilo de vida nem as despesas básicas.

O ARGUMENTO APRESENTADO POR ELA PESOU E O RECURSO NÃO MUDOU O RUMO DO CASO

No processo, Layza destacou que Amado Batista teria patrimônio estimado em R$ 800 milhões, enquanto ela estaria sem autonomia financeira para se sustentar. Em março, a Justiça entendeu que os alimentos pedidos eram necessários para cobrir suas despesas essenciais e determinou o pagamento da pensão.

A defesa do cantor tentou reverter a decisão. Alegou que os dois só passaram a morar juntos a partir de 2022, que a mesada começou nesse mesmo período e que, após o término, Amado ainda teria disponibilizado um apartamento e mantido ajuda financeira para a ex-companheira.

Mesmo assim, o recurso não produziu o efeito esperado. Em segunda instância, a Justiça manteve o valor de R$ 10 mil mensais, mas impôs um limite de tempo para o pagamento. A pensão deverá ser quitada até que Layza conclua a faculdade de medicina veterinária, em prazo máximo de três anos.

UM DETALHE DA DECISÃO AJUDA A EXPLICAR POR QUE O CASO GANHOU TANTA REPERCUSSÃO

Para a Justiça, o tempo de convivência, a mudança de padrão de vida e a dedicação alegada por Layza durante o relacionamento justificam a contribuição temporária do cantor. A ideia é que o pagamento sirva de ponte até que ela finalize os estudos e possa se reintegrar ao mercado de trabalho.

A defesa de Layza informou que não pretende recorrer. Já a defesa de Amado Batista ainda pode levar o caso a outra instância, caso o artista decida seguir na disputa. Esse ponto mantém a história em aberto e alimenta ainda mais a curiosidade em torno do desfecho.

O que mais chama atenção é que a decisão não tratou apenas de luxo ou fama. Ela considerou dependência econômica, mudança de rotina e impacto da relação na vida profissional da ex-companheira. E é justamente essa combinação que faz o caso seguir repercutindo tanto.

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