Jannah Theme License is not validated, Go to the theme options page to validate the license, You need a single license for each domain name.
Notícia

Sabe-se agora que Liliana Coelho m0rreu em casa ao meter t… Ver mais

O futebol nacional amanheceu mergulhado em tristeza com a notícia da morte de Liliana Coelho, antiga árbitra da Associação de Futebol de Évora. Aos 35 anos, ela partiu de forma prematura, deixando uma onda de choque entre colegas, dirigentes e todos que acompanharam sua trajetória dentro da arbitragem portuguesa.

A confirmação da perda foi feita por Duarte Gomes, atual Diretor Técnico Nacional de Arbitragem, que usou as redes sociais para expressar a dor de todo o meio. As palavras publicadas rapidamente repercutiram, ampliando o sentimento de consternação em diferentes setores ligados ao futebol.

A partida de Liliana não foi sentida apenas como mais uma notícia triste. Para muitos, foi um golpe emocional profundo, daqueles que fazem um grupo inteiro parar por alguns instantes para lembrar que, quando alguém tão jovem se vai, leva consigo uma parte da história construída dentro do esporte.

A MENSAGEM DE DESPEDIDA QUE TOCOU O MUNDO DA ARBITRAGEM

Ao lamentar a morte da colega, Duarte Gomes resumiu em poucas palavras a dimensão da perda. Ele destacou que a arbitragem portuguesa está de luto e afirmou que, quando um dos seus parte, algo de todos também parte junto. A frase ecoou com força e emocionou quem leu.

Também a Federação Portuguesa de Futebol se manifestou oficialmente, reforçando o peso institucional da despedida. Em comunicado, a FPF recordou o percurso de Liliana, lembrando que ela iniciou a carreira na temporada 2012/13, integrada nos quadros da Associação de Futebol de Évora.

Com o passar dos anos, Liliana continuou ligada à arbitragem e assumiu novas responsabilidades. Em 2020, passou a exercer funções como observadora de árbitros, primeiro em nível distrital e depois no plano nacional, posição em que permanecia até agora. Sua caminhada mostrava dedicação, permanência e respeito no meio.

AS PALAVRAS FINAIS DEIXARAM CLARO O TAMANHO DA PERDA

Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, também deixou uma mensagem carregada de pesar. Em nome pessoal e em nome do Conselho, apresentou condolências à família e aos amigos da antiga árbitra, reforçando que a arbitragem fica mais pobre cada vez que perde um dos seus.

Esse tipo de despedida revela que Liliana Coelho não era apenas mais um nome nos registros do futebol. Ela representava uma presença reconhecida, alguém que construiu sua ligação com a arbitragem ao longo de mais de uma década e conquistou espaço dentro da estrutura nacional.

Agora, o que fica é uma dor difícil de medir e uma memória que certamente continuará viva entre colegas, amigos e familiares. Em meio ao luto, o futebol português se une em silêncio, respeito e emoção para se despedir de uma profissional cuja ausência já pesa profundamente.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo