Revelação bombástica: esposa conta último pedido de piloto baleado: “Prendam o… Ver Mais
A despedida do policial Felipe Marque Monteiro, realizada na terça-feira, 19 de maio, no Rio de Janeiro, continua gerando comoção nesta quinta-feira, 22. O agente morreu no domingo, 17, após complicações de saúde relacionadas ao ferimento causado por um disparo de fuzil durante uma operação da Polícia Civil.
Felipe foi homenageado por colegas de farda, familiares e amigos em um cortejo que percorreu a orla até o Cemitério do Caju. No local, uma chuva de pétalas marcou o adeus ao policial. A cena emocionou quem estava presente e também repercutiu entre pessoas que acompanharam o caso pela internet.
Durante meses, a família de Felipe dividiu com o público a rotina de internação, os pedidos de doação de sangue e as etapas do tratamento. A luta do policial sensibilizou milhares de pessoas e transformou sua história em uma das mais acompanhadas nas redes sociais.
Ferimento ocorreu durante operação
O disparo que atingiu Felipe aconteceu em março de 2025, durante uma operação contra uma quadrilha especializada no roubo de vans. O grupo era investigado por desmontar veículos para revender peças. Felipe participava da ação em um helicóptero da Polícia Civil quando foi atingido.
Antes de chegar ao policial, a bala bateu na aeronave e perdeu velocidade. Mesmo assim, o impacto foi grave. O disparo atingiu a região da testa e ficou alojado na cabeça de Felipe, causando a destruição de uma parte significativa do crânio. Ele precisou ser socorrido às pressas.
A gravidade do caso exigiu cirurgias, transfusões e acompanhamento médico constante. A família viveu meses de incerteza, enquanto amigos, colegas de trabalho e seguidores torciam pela recuperação. A cada atualização, novas mensagens de apoio chegavam, mostrando a dimensão da comoção pública.
História segue lembrada em 22 de maio
Nesta quinta-feira, 22 de maio, a morte de Felipe ainda é lembrada com tristeza por quem acompanhou sua trajetória. O policial havia recebido alta em dezembro de 2025, depois de nove meses internado, mas voltou a apresentar complicações que levaram à sua morte no domingo, 17.
A esposa de Felipe teve papel importante na mobilização em torno do caso. Ela compartilhou momentos do tratamento, detalhes da recuperação e a esperança da família diante de cada avanço. A história ganhou força nas redes e fez com que o perfil do policial alcançasse milhões de seguidores.
A despedida com pétalas no Cemitério do Caju simbolizou o reconhecimento à luta de Felipe. Para colegas de farda, amigos e familiares, o momento foi de dor, mas também de homenagem. O policial deixa uma trajetória marcada por coragem, serviço público e uma comoção que ultrapassou os limites do Rio de Janeiro.





