Só Veja Se Tiver Coragem! Enfermeira Revela Como Encontrou Maria Eduarda Após… Ver Mais

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Uma cena que deveria ser marcada por adrenalina e superação acabou se transformando em desespero. A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, durante um salto de rope jump, ganhou novos detalhes após depoimento de uma testemunha.

A jovem participava da atividade em uma ponte quando algo saiu completamente diferente do esperado. Pessoas que estavam no local perceberam o problema no momento da queda, mas tudo aconteceu rápido demais para qualquer reação imediata.

Entre os presentes estava uma enfermeira de 26 anos, que também saltaria pouco depois. Ela acompanhava a preparação de Maria Eduarda e acabou se tornando uma das primeiras pessoas a tentar socorrer a jovem.

O detalhe visto pela enfermeira que deixou todos em alerta

Em depoimento à Polícia Civil, a enfermeira contou que seria a 42ª pessoa a saltar naquele dia. Ela estava com o celular em mãos, filmando a preparação de Maria Eduarda, enquanto aguardava sua própria vez na plataforma.

Segundo a testemunha, a expectativa pelo salto fez com que ela não prestasse atenção em todos os detalhes da colocação dos equipamentos. Ela afirmou que apenas observava a jovem, sem perceber exatamente como os responsáveis faziam os ajustes.

Tudo mudou no instante em que Maria Eduarda caiu. A enfermeira relatou que começou a ouvir pessoas gritando sobre a corda. O desespero tomou conta do local, principalmente entre quem acompanhava a vítima de perto na plataforma.

Ao perceber a gravidade da situação e ver o amigo da jovem desesperado, a profissional pediu que ele a levasse até o ponto onde Maria Eduarda havia caído. A partir dali, o clima de tensão virou uma tentativa urgente de salvamento.

O que aconteceu lá embaixo foi ainda mais triste

Quando conseguiu chegar até Maria Eduarda, a enfermeira afirmou que encontrou a jovem ainda com sinais muito fracos. Ela disse à polícia que checou a pulsação e percebeu que havia um pulso quase imperceptível naquele momento.

A profissional iniciou as manobras de reanimação, tentando manter a jovem viva até a chegada do socorro. Segundo o relato, Maria Eduarda apresentava um suspiro característico de pós-morte, e a pulsação acabou parando durante o atendimento.

A enfermeira também declarou que a jovem estava com um equipamento de segurança preso à barriga, mas sem a corda principal. Esse ponto se tornou um dos detalhes mais impactantes do depoimento prestado à Polícia Civil sobre o caso.

Com a chegada da ambulância, a equipe precisou cortar parte do equipamento para tentar usar o desfibrilador. Apesar dos esforços de quem estava no local e dos socorristas, Maria Eduarda não resistiu, deixando familiares, amigos e testemunhas profundamente abalados.