Comerciante Edi Gervasio que estava dias desap4recido foi enc0ntrado dentro do…Ver mais
A tristeza se abateu sobre amigos, familiares e moradores do bairro Rebouças, em Curitiba, com a confirmação da morte de Edi Gervasio, dono de um bar conhecido na região. Após sobreviver por mais de 30 dias a um ataque violento durante um assalto, ele não resistiu aos ferimentos e faleceu no último sábado (25). O caso, que chocou a cidade, segue sem respostas, já que os agressores continuam foragidos. A morte de Edi, além de provocar indignação, reforça ainda mais a necessidade de justiça.
Reviravolta Cruel em Curitiba Abala a Comunidade
O crime aconteceu no início de setembro, quando Edi foi brutalmente agredido dentro do próprio estabelecimento, um bar localizado no bairro Rebouças. Ele estava sozinho quando dois homens invadiram o local e o atacaram com extrema violência. O que parecia ser mais um assalto comum se transformou em uma tentativa de homicídio.
Edi desapareceu após a agressão e só foi encontrado dois dias depois — desacordado e com graves ferimentos na cabeça — em um terreno baldio próximo à Rua Lamenha Lins, também no Rebouças. Foi um amigo, preocupado com o sumiço e sem respostas, que decidiu procurá-lo pessoalmente e acabou encontrando o comerciante em estado crítico, mas ainda com vida.
Imediatamente socorrido, ele foi levado ao hospital com um quadro de traumatismo craniano grave. Passou semanas internado, até que, mesmo inconsciente, recebeu alta, na esperança de que pudesse se recuperar em casa. Infelizmente, a saúde de Edi não resistiu ao impacto das agressões, e ele veio a óbito dias depois.
Uso do Cartão da Vítima Revela Frieza dos Agressores
As investigações da Polícia Civil do Paraná mostram que os suspeitos, além de espancar o comerciante, roubaram o cartão de crédito da vítima e o utilizaram em um posto de gasolina da região. Câmeras de segurança flagraram os criminosos comprando bebidas com o cartão de Edi, gastando cerca de R$ 15 inicialmente. Ao todo, os criminosos teriam utilizado aproximadamente R$ 400 da conta da vítima, além de levar celular e dinheiro vivo.
Até o momento, nenhum dos responsáveis foi preso, e o caso é tratado como latrocínio — roubo seguido de morte. A frieza dos criminosos, que continuaram a agir normalmente após a agressão, apenas aumenta a revolta da população.
Família Lamenta e Clama por Justiça
Nas redes sociais, a comoção foi intensa. Amigos e familiares publicaram mensagens emocionadas em despedida de Edi, que tinha 58 anos e era conhecido por sua generosidade. Segundo o advogado da família, Richard Macedo, a luta por justiça não será interrompida: “A dor é imensa. Edi era um homem de bem, querido por todos que o conheciam. Agora, nossa missão é cobrar respostas, expor a violência absurda que tirou a vida dele e não descansar até que os criminosos paguem pelo que fizeram.”
O caso segue em investigação, e a população de Curitiba espera que a verdade prevaleça e que a justiça seja feita — não apenas por Edi, mas por todos que se sentem inseguros diante da crescente violência urbana.





