Vidente faz previsão ch0cante de Bols0naro, ele vai ser co…Ver mais
As especulações sobre o futuro de Jair Bolsonaro voltaram com força total, desta vez impulsionadas por uma previsão espiritual. A astróloga e vidente Eris Satine, conhecida por suas análises místicas sobre figuras públicas, trouxe à tona uma leitura energética que promete acirrar ainda mais os ânimos políticos no país.
Segundo Satine, o ex-presidente estaria prestes a enfrentar um período extremamente difícil, com prisão iminente e agravamento de sua saúde. A declaração foi feita em resposta a um seguidor em sua rede social, e rapidamente se espalhou entre apoiadores e críticos do ex-mandatário.
A previsão reacendeu o debate entre crenças espirituais, investigações judiciais e o destino político de Bolsonaro. E embora muitos tratem o tema com ceticismo, a repercussão foi imediata, com reações intensas tanto de seguidores quanto de opositores.
Previsão de prisão antes do aniversário gera polêmica
De acordo com Eris Satine, o ex-presidente Jair Bolsonaro será preso antes de seu aniversário, que acontece em março. Ela afirma que esse evento não será isolado, mas parte de um ciclo que está se encerrando de forma inevitável. “Nada poderá impedir o que já está em movimento”, declarou em seu perfil.
A previsão rapidamente viralizou e dividiu opiniões nas redes sociais. Muitos enxergaram o alerta como uma consequência espiritual do que chamam de “excessos” cometidos durante o mandato presidencial. Outros, porém, classificaram a vidente como sensacionalista, apontando que previsões como essa são comuns em momentos de incerteza política.
Enquanto isso, o nome de Bolsonaro permanece presente nas investigações judiciais em curso. O contexto jurídico que o cerca torna a previsão ainda mais comentada, criando uma conexão simbólica entre o campo espiritual e os fatos concretos em andamento.
A opinião pública segue dividida. De um lado, os que acreditam que “as energias estão se ajustando”; do outro, os que exigem provas e decisões judiciais — não previsões — para validar qualquer cenário futuro.
Avanço das investigações alimenta expectativas
Jair Bolsonaro já foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder e uso indevido da máquina pública. Além disso, enfrenta uma série de investigações envolvendo tentativa de golpe, falsificação de dados vacinais e suposta venda de joias recebidas durante seu governo.
Esses processos têm avançado nos bastidores, e fontes ligadas ao Judiciário não descartam a possibilidade de novas denúncias ainda este ano. A previsão de Eris Satine, nesse contexto, ganha força entre os que veem na justiça brasileira uma tendência clara de responsabilização do ex-presidente.
O cruzamento entre o que se diz espiritualmente e o que se investiga judicialmente cria um campo fértil para interpretações. As investigações em curso podem transformar previsões em fatos, ou simplesmente expor o distanciamento entre crença e realidade.
Independentemente disso, Bolsonaro e seus aliados continuam negando qualquer irregularidade, reforçando a narrativa de que tudo não passa de perseguição política. A opinião pública, mais uma vez, se vê dividida entre o ceticismo e a expectativa.
Saúde debilitada reforça teorias e preocupações
Desde o atentado que sofreu em 2018, Jair Bolsonaro lida com uma saúde fragilizada. Já passou por diversas cirurgias e internações por problemas abdominais, e nos últimos meses tem apresentado aparência visivelmente mais abatida.
A previsão feita por Satine também aponta um agravamento no estado físico e emocional do ex-presidente, algo que, segundo ela, se intensificará nos próximos anos. Esse aspecto da revelação levantou preocupação até mesmo entre apoiadores próximos.
Imagens recentes mostram Bolsonaro visivelmente mais magro, o que alimentou rumores sobre possíveis crises de saúde não divulgadas oficialmente. Apesar disso, seus representantes continuam tratando o tema com discrição e sem grandes declarações públicas.
Ainda que previsões espirituais não substituam diagnósticos médicos, elas acabam influenciando a opinião pública e aumentando a atenção sobre o estado de saúde do ex-presidente. Isso também contribui para a sensação de que um novo ciclo — político e pessoal — está em curso.





