Pai e Filho Pres0s! Síndico confessa m0rte de corretora e revela que seu próprio filh0 ajudou a… Ver Mais
O síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou à Polícia Civil o assassinato da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, desaparecida desde dezembro de 2025 em Caldas Novas, Goiás. O corpo foi encontrado em uma área de mata após o próprio Cléber indicar o local aos policiais. Ele foi preso na madrugada desta quarta-feira, junto com seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, também suspeito de envolvimento no crime.
Confissão e localização do corpo
Os investigadores relataram que Cléber admitiu o crime e conduziu a equipe policial até o local onde o corpo de Daiane estava abandonado. A área fica fora do perímetro urbano da cidade. Após a localização, a perícia foi acionada para realizar os procedimentos legais, confirmando a identidade da vítima.
O síndico foi autuado por homicídio e permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime. A polícia ainda busca descobrir os motivos que levaram ao assassinato e a possível participação de outras pessoas.
O corpo da corretora estava em avançado estado de decomposição, o que dificultou a identificação inicial. A perícia trabalha para determinar a causa da morte e outros detalhes que possam colaborar com o inquérito.
Discussão no subsolo e versão apresentada
Em depoimento, Cléber afirmou que matou Daiane após uma discussão no subsolo do prédio onde trabalhavam. Ele alegou ter agido sozinho e, após o crime, colocou o corpo na carroceria de sua picape, abandonando-o na área de mata. A discussão ocorreu no dia 17 de dezembro de 2025, data em que a vítima foi vista pela última vez.
A nova versão do síndico contradiz seu primeiro depoimento, no qual ele negou ter saído do prédio naquela noite. Câmeras de segurança, porém, captaram Cléber saindo do condomínio por volta das 20h, conduzindo o veículo mencionado. Esse detalhe reforçou as suspeitas da polícia sobre sua participação no crime.
A investigação também analisa o intervalo de dois minutos em que as câmeras ficaram sem registro, justamente quando Daiane retornou ao subsolo. Esse lapso é considerado crucial para entender os eventos que levaram ao assassinato.
Outros investigados e apuração
Além de Cléber e seu filho, o porteiro do condomínio foi conduzido coercitivamente para prestar esclarecimentos. A polícia avalia o grau de envolvimento de cada pessoa citada no inquérito. O porteiro cuidava dos apartamentos da família do síndico e pode ter informações relevantes sobre o caso.
A investigação também busca verificar se outras pessoas tiveram participação no crime ou se tiveram conhecimento dos fatos. Até o momento, apenas Cléber confessou o assassinato, mas o envolvimento de seu filho ainda está sendo apurado.
A polícia espera que novos depoimentos e a análise das evidências coletadas ajudem a esclarecer todas as circunstâncias do crime. O caso tem mobilizado a comunidade local, que aguarda respostas sobre o trágico desaparecimento de Daiane.
Últimos registros da vítima
Daiane desapareceu após descer ao subsolo do edifício para verificar uma queda de energia em seu apartamento. Câmeras de segurança registraram a corretora entrando no elevador e conversando com o porteiro sobre o problema. Esse foi o último momento em que ela foi vista com vida.
Outro ponto relevante é que Daiane tinha o hábito de filmar seus deslocamentos com o celular e enviar os vídeos a uma amiga. Um desses registros, feito no subsolo, nunca foi entregue, o que levantou suspeitas. A polícia acredita que esse vídeo possa conter informações cruciais para o caso.
O desaparecimento da corretora deixou familiares e amigos em alerta, que desde então buscavam respostas. A confissão de Cléber trouxe um novo capítulo à história, mas ainda há muitos detalhes a serem esclarecidos para que a justiça possa ser feita.





