Pastor que abus0u de menina de 11 anos é executad0 e o que fizeram com seu r0st0 chocou a todos… Ver Mais
Um novo caso de violência chocou o Centro-Oeste do Brasil nesta terça-feira (27). O pastor Altair da Silva Santos, de 46 anos, foi executado com três tiros em uma praça pública no município de Juara, em Mato Grosso. O crime ocorreu no centro da cidade e mobilizou a Polícia Militar, que registrou o caso como um homicídio doloso.
De acordo com as informações preliminares, dois homens chegaram de motocicleta e efetuaram os disparos diretamente no rosto da vítima. Após o ataque, os suspeitos fugiram, deixando Altair morto no local. O pastor já havia sido condenado em 2024 por estupro de vulnerável, relacionado a um caso envolvendo uma menina de 11 anos.
Altair cumpria pena em regime semiaberto e trabalhava como zelador urbano em um programa de ressocialização da prefeitura. A execução ocorreu enquanto ele realizava suas atividades, o que levantou suspeitas sobre as possíveis motivações do crime.
Condenação e histórico do caso
Altair da Silva Santos foi sentenciado a 12 anos de prisão em 2024 pelo estupro de uma criança de 11 anos. O crime ocorreu em 2023, quando a vítima frequentava a igreja onde ele atuava como pastor. O caso gerou repercussão na cidade e resultou em sua prisão após investigações detalhadas.
Em regime semiaberto, Altair tinha permissão para trabalhar durante o dia e retornar à unidade prisional à noite. Ele integrava um programa municipal que oferecia oportunidades de ressocialização, mas sua condição de reeducando não impediu o ataque brutal.
A Polícia Civil assumiu a investigação, mas ainda não há informações sobre os responsáveis pelo homicídio. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal e liberado para a família, que deve realizar o funeral nesta quarta-feira (28).
Reflexões e apoio às vítimas
O caso reforça a necessidade de debater a violência sexual e a segurança no sistema prisional. A execução de Altair coloca em evidência as fragilidades dos programas de reintegração e os riscos enfrentados por detentos em regime semiaberto, especialmente aqueles condenados por crimes graves.
Para além do homicídio, o cenário também destaca a importância de canais de apoio às vítimas de abuso e exploração sexual. Serviços como o Ligue 180 e o Disque 100 seguem disponíveis para oferecer suporte psicológico e jurídico gratuito.
O episódio, além de chocante, abre espaço para reflexões sobre a violência estrutural e a efetividade das políticas públicas de segurança e ressocialização. Enquanto isso, a comunidade de Juara aguarda respostas sobre as circunstâncias que levaram à morte de Altair.





