Acabam as buscas por Daiane, ela foi achada em mata e o que fizeram com seu c0rpo é de assus… Veja
A Polícia Civil de Goiás divulgou novos detalhes sobre o caso da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, encontrada morta na manhã desta quarta-feira (28) em Caldas Novas, sul do estado. O corpo da vítima, já em estado de ossada, foi localizado em uma área de mata na região de Ipameri, fora do perímetro urbano. O síndico do prédio onde Daiane morava, **Cléber Rosa de Oliveira**, de 49 anos, confessou o crime e levou os investigadores até o local onde havia escondido o cadáver.
Desaparecimento e descoberta do corpo
Daiane estava desaparecida desde o dia 17 de dezembro, quando foi vista pela última vez descendo ao subsolo do prédio para verificar um problema no fornecimento de energia elétrica. Em depoimento, Cléber afirmou que matou a corretora após uma discussão no local e, em seguida, ocultou o corpo. A perícia constatou que o cadáver estava em avançado estado de decomposição.
A autoridade policial avaliou a atitude do síndico como uma **confissão tácita**, embora ele não tenha relatado toda a dinâmica do crime. Cléber foi autuado por homicídio e permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do caso.
O corpo de Daiane foi encontrado após uma busca intensiva na região de mata, onde Cléber teria levado o cadáver em sua caminhonete. A localização exata foi possível graças às informações fornecidas pelo próprio síndico, que cooperou com as autoridades após confessar o crime.
Investigações apontam para o subsolo do condomínio
As investigações preliminares indicam que o homicídio ocorreu no subsolo do condomínio onde Daiane morava. Segundo as apurações, Cléber teria colocado o corpo da vítima em sua caminhonete e seguido até a área de mata, onde abandonou o cadáver. As suspeitas contra o síndico foram reforçadas por imagens de câmeras de segurança.
O condomínio possui nove câmeras, mas apenas imagens de três equipamentos foram apresentadas até o momento. Como síndico, Cléber conhecia os **pontos cegos** do sistema de monitoramento, o que levantou ainda mais dúvidas sobre sua culpa. A polícia agora investiga se as imagens ausentes foram apagadas ou se houve falha técnica nos equipamentos.
O delegado responsável pelo caso afirmou que essa etapa é crucial para esclarecer se houve ação deliberada para ocultar provas. Além disso, o porteiro do condomínio foi conduzido coercitivamente para prestar novos esclarecimentos. Segundo o delegado, houve divergências nos depoimentos dos funcionários que trabalhavam nos turnos de entrada e saída no horário do desaparecimento de Daiane.
Câmeras e depoimentos são focos das investigações
A Polícia Civil de Goiás está analisando as possíveis falhas ou manipulações no sistema de câmeras do condomínio. A suspeita é que Cléber possa ter usado seu conhecimento sobre os pontos cegos para evitar ser flagrado. As imagens já recuperadas reforçam a tese do transporte do corpo, mas ainda há lacunas que precisam ser esclarecidas.
O delegado ressaltou que as divergências nos depoimentos dos funcionários complicam ainda mais o caso. Por isso, o porteiro foi levado para prestar novos esclarecimentos. A polícia também busca entender se houve **ação premeditada** para ocultar as provas do crime.
A família de Daiane aguarda respostas enquanto as investigações avançam. A mãe da corretora chegou a tomar uma atitude chocante após descobrir que o síndico foi o responsável pela morte da filha. O caso continua sendo acompanhado de perto pelas autoridades e pela comunidade de Caldas Novas, que busca justiça para a vítima.





