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William Bonner é escolhido por Adélio Bispo para ser seu… Ver mais

Adélio Bispo de Oliveira, conhecido nacionalmente pelo atentado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018, revelou em depoimento a peritos sua intenção de concorrer à Presidência da República em 2026. Além disso, o cabeleireiro citou os jornalistas **Patrícia Poeta** e **William Bonner** como possíveis vices, destacando a credibilidade que ambos transmitem. O laudo ao qual o portal Metrópoles teve acesso indica que essas declarações reforçam um diagnóstico de **transtorno psicótico persistente**.

Diagnóstico médico aponta gravidade

Médicos que acompanham Adélio afirmam que suas declarações recentes evidenciam uma piora significativa em seu estado mental. O laudo, realizado em novembro, confirma um quadro de **esquizofrenia paranoide** e transtorno psicótico persistente. Os especialistas recomendam que o detento permaneça no regime de segurança máxima devido ao comprometimento severo de seu juízo.

O relatório técnico destaca que Adélio se recusa a aceitar a necessidade de terapias e medicamentos, agravando sua condição. Segundo os profissionais, ele apresenta um quadro de **transtorno mental crônico**, que exige cuidados especializados, contínuos e estruturados. A avaliação clínica indica que o indivíduo não tem condições de responder adequadamente por seus atos.

Os médicos ainda reforçam que a permanência em um ambiente hospitalar é essencial para garantir sua estabilidade. A opinião unânime é que Adélio permaneça **inimputável**, ou seja, incapaz de enfrentar processos criminais. O tratamento especializado é visto como a única forma de evitar novos episódios graves.

Atentado e impacto na vida política

Adélio Bispo ficou marcado na história política brasileira após esfaquear Jair Bolsonaro durante um evento de campanha em Juiz de Fora, em 2018. O atentado deixou sequelas físicas no então candidato e gerou comoção nacional. O caso também levantou debates sobre **segurança pública** e a necessidade de cuidados com pessoas que apresentam transtornos mentais.

Agora, quase seis anos depois, as declarações de Adélio sobre sua pretensão de disputar a Presidência em 2026 chamam atenção não apenas pela inusitada escolha de seus supostos vices, mas também pelo contexto de sua saúde mental. O caso serve como alerta para a importância de acompanhamento psiquiátrico adequado em situações como essa.

Apesar das alegações de Adélio, especialistas reforçam que suas intenções estão distantes da realidade, dada sua condição clínica. A prioridade, segundo os médicos, deve ser o tratamento contínuo e o isolamento em um ambiente controlado. Enquanto isso, o caso segue sendo monitorado de perto pelas autoridades brasileiras.

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