Bolsonaro Fica Sabendo Da Prisão De Maduro E Esta Foi Sua Reação “Serei So… Ver Mais
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais neste sábado (3) para comentar a ação militar anunciada pelos Estados Unidos contra a Venezuela. Ele celebrou a retirada do presidente Nicolás Maduro do território venezuelano, atribuindo a operação ao governo norte-americano. Em sua publicação no X (ex-Twitter), Eduardo associou o governo venezuelano a articulações políticas regionais e destacou o impacto da captura de Maduro sobre outros líderes latino-americanos ligados ao Foro de São Paulo.
Segundo ele, o regime chavista exerceria papel central na sustentação do grupo, sendo considerado o pilar financeiro, logístico e simbólico do Foro de São Paulo. Eduardo afirmou que a captura de Maduro afetaria diretamente líderes como Lula e Petro, além de outros membros do grupo. Ele ainda compartilhou uma imagem que supostamente mostraria Maduro sob custódia, embora nenhuma autoridade tenha confirmado a veracidade do material.

Reações Internacionais
A ação militar dos Estados Unidos gerou reações em todo o mundo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a ofensiva, classificando-a como uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela. Em nota oficial, Lula alertou para os riscos globais da ação e pediu uma reação vigorosa da Organização das Nações Unidas (ONU). Ele destacou que a iniciativa norte-americana lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe.
Por outro lado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumiu a responsabilidade pela operação e afirmou que Maduro e sua esposa, Cília Flores, foram levados para fora da Venezuela. Trump anunciou uma coletiva de imprensa para detalhar os próximos passos, enquanto o governo venezuelano decretou estado de emergência nacional e convocou a população a se mobilizar contra a agressão imperialista.
Desdobramentos do Conflito
A ofensiva militar ocorre em meio a um cenário de escalada de tensões entre Washington e Caracas. Nos últimos meses, os Estados Unidos intensificaram sua presença militar na América Latina, alegando combater o tráfico internacional de drogas. Maduro foi apontado como líder do Cartel de los Soles, grupo classificado pelos EUA como organização terrorista internacional. A operação atual soma-se a ações iniciadas em 2024, que envolveram o envio de navios de guerra e aeronaves de combate para a região.
A repercussão internacional foi imediata. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, utilizou as redes sociais para alertar sobre os ataques e pedir uma reação de organismos multilaterais. O governo do Irã também se manifestou, condenando a ofensiva norte-americana e classificando a ação como ilegal à luz do direito internacional. Enquanto isso, Eduardo Bolsonaro continuou a celebrar a operação, afirmando que a liberdade estava sendo garantida com a captura de Maduro.





