O que os cães farejadores encontraram na mata deixou a Marinha em pânic0, era um pedaç0 de… Ver mais
A **Marinha do Brasil** chegou a Bacabal, no Maranhão, para reforçar as buscas por duas crianças desaparecidas em uma comunidade quilombola. Os irmãos **Ágatha Isabelle**, de 6 anos, e **Michael**, de 4, estão desaparecidos há 15 dias. As operações mobilizaram equipes terrestres, fluviais e aéreas para encontrar os pequenos.
Novo relato muda curso das investigações
As investigações ganharam um novo rumo após o depoimento de **Anderson Kauan**, de 8 anos. O menino, primo das crianças desaparecidas, foi encontrado três dias após o desaparecimento, em uma área de mata a 4 quilômetros do último local onde foram vistos. Ele estava debilitado, mas conseguiu fornecer informações cruciais.
Com base no relato de Anderson, a polícia traçou um possível trajeto percorrido pelas crianças. O caminho apontado levou as equipes à área conhecida como **”casa caída”**, onde acredita-se que as crianças tenham passado uma noite. Esse detalhe foi fundamental para direcionar as buscas.

A confirmação desse trajeto reforçou a linha de investigação e ampliou as áreas de busca. As equipes agora concentram esforços em regiões próximas à “casa caída”, onde novos indícios podem surgir.
Cães farejadores reforçam pistas
Os **cães farejadores** foram acionados para confirmar a presença das crianças na região de busca. Eles identificaram vestígios na área da “casa caída”, consolidando a informação de que as crianças passaram por ali.
Especialistas em busca e resgate destacaram que os cães são ferramentas essenciais em casos como esse. A precisão dos animais ajuda a reduzir o tempo de busca e a aumentar as chances de localização dos desaparecidos.
A identificação de vestígios fortaleceu a estratégia das equipes, que agora concentram recursos em áreas específicas. A Marinha do Brasil e outras forças de segurança continuam trabalhando em conjunto para encontrar Isabelle e Michael.
Operação amplia alcance das buscas
Após o esgotamento das buscas terrestres sem novos indícios, a operação foi ampliada para incluir ações fluviais e aéreas. Equipes intensificaram varreduras em rios, áreas alagadas e no **Lago Limpo**, próximo à “casa caída”.
O comandante-geral da operação explicou que a ampliação visa aumentar o alcance das buscas e explorar todas as possibilidades. A região é extensa e de difícil acesso, exigindo recursos diferenciados.
As esperanças permanecem altas, e as equipes seguem trabalhando incansavelmente para encontrar as crianças. A comunidade local também se mobilizou, auxiliando nas buscas e apoiando as famílias das vítimas.





