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Carlos Bolsonaro revela o que pode levar o pai à m0rte a qualquer momento: ‘Ele pode… Ver Mais

Uma visita que deveria ser de alento se transformou em um grito de alerta que ecoa por todo o Brasil. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) esteve novamente ao lado de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na fria realidade do 19º Batalhão da Polícia Militar, a ‘Papudinha’, em Brasília.

O coração de um filho apertado, vendo o homem que um dia comandou a nação agora enfrentando o que ele descreve como uma ‘prisão desonesta’ e um perigo silencioso que pode ser fatal.

‘Pode levá-lo à morte’: O pesadelo de Bolsonaro na Papuda revelado pelo filho

A preocupação de Carlos tem nome e é aterrorizante: broncoaspiração. Ele relata que o ex-presidente passa noites em claro, atormentado por crises crônicas de soluço que o afligem desde a prisão domiciliar.

“Ele me contou que o problema persistiu durante toda a madrugada”, desabafou Carlos, com a voz carregada de angústia. O risco é claro e imediato. Sem um acompanhamento constante, um simples soluço pode fazer com que alimentos ou a própria saliva entrem nos pulmões, causando asfixia e morte súbita.

“É algo que naturalmente nos preocupa, especialmente diante do risco de broncoaspiração quando não há acompanhamento contínuo, podendo levá-lo à morte”, alertou o filho, pintando um cenário de pesadelo.

‘Sensação de impotência’: Carlos denuncia tratamento ‘desumano’ e clama por justiça

O peso de assistir a essa cena é esmagador. “Como filho, dói. Como brasileiro, inquieta”, confessou Carlos. Ele descreve uma rotina ‘desumana’ imposta não só a seu pai, mas a outros que ele considera ‘presos políticos’. A sensação de impotência diante de um sistema que, segundo ele, trocou a dignidade pelas amarras da covardia, é palpável.

“A sensação de impotência é grande, mas maior ainda é a convicção de que nenhum país se fortalece quando a covardia substitui o respeito às garantias constitucionais e à dignidade”, protestou, em um apelo que transcende a política e toca no cerne da justiça e dos direitos humanos.

De presidente a prisioneiro: A cronologia da perseguição que chocou o Brasil

Para entender como um presidente da República chegou a esta situação alarmante, é preciso voltar no tempo. Em setembro de 2025, o STF condenou Bolsonaro a uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão.

Inicialmente em prisão domiciliar, seu destino mudou drasticamente em novembro daquele ano, quando uma ordem de prisão preventiva o levou para a Superintendência da PF, após o dano de sua tornozeleira eletrônica.

Desde 15 de janeiro de 2026, a Papudinha se tornou seu endereço, um local onde, longe do poder e do Palácio, ele agora luta não apenas por sua liberdade, mas, segundo seu filho, pela própria vida, noite após noite.

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