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Comunicamos a m0rte da jovem mãe Yanka Soares, ela deixa 6 filhos após ser brut4lmente… Ver mais

A tranquilidade de uma pequena cidade na Serra Gaúcha foi manchada de sangue e dor na madrugada deste sábado. Uma filha de Patos, a jovem Yanka Soares, de apenas 29 anos, encontrou um fim brutal e prematuro a centenas de quilômetros de sua terra natal.

Em uma cena que a polícia descreve como um verdadeiro horror, Yanka foi covardemente assassinada a facadas dentro de sua própria casa.

O lar, que deveria ser um refúgio de paz, transformou-se no palco de uma tragédia anunciada pela escuridão da noite. Vizinhos, assustados, relataram ter ouvido barulhos suspeitos entre a meia-noite e a uma da madrugada.

Eram os últimos e desesperados momentos de uma jovem mãe, cujo grito por socorro foi silenciado para sempre pela mão daquele que deveria protegê-la.

Covardia e Fuga: Quem é o Monstro que Deixou Seis Crianças Órfãs?

A dor se torna ainda mais revoltante quando a face do mal é revelada. O principal suspeito, apontado por todos, é o próprio companheiro de Yanka, Madiel Chagas de Oliveira Silva, também natural da Paraíba. Como um lobo em pele de cordeiro, ele vivia sob o mesmo teto que sua vítima.

E como um covarde, após cometer o ato hediondo, fugiu sem deixar rastros, mergulhando na escuridão para escapar da justiça dos homens. O que ele não pode escapar é da mancha que carrega: a de um monstro que não apenas tirou uma vida, mas destruiu uma família inteira.

As investigações revelaram que este indivíduo já possui passagens pela polícia em seu estado natal, um claro sinal de que a maldade já corria em suas veias. Agora, seis crianças, seis pequenas vidas, estão órfãs de mãe, abandonadas à própria sorte por um pai que se revelou um assassino. Que justiça será feita por essas crianças?

De Patos para o Céu: Família Clama por Justiça e Pelo Último Adeus

Enquanto um criminoso está foragido, uma família inteira em Patos chora a perda de sua menina. A notícia caiu como uma bomba, trazendo desespero e consternação.

Amigos e parentes não conseguem entender a brutalidade com que a vida de Yanka foi ceifada. Além da dor da perda, a família agora enfrenta o doloroso e burocrático processo de trazer o corpo de Yanka de volta para casa, para que ela possa ter um velório e um sepultamento dignos em sua terra. É um clamor por justiça que ecoa da Paraíba ao Rio Grande do Sul.

A história de Yanka não pode ser apenas mais uma estatística. Que sua morte sirva de alerta para todas as mulheres. Se você ou alguém que conhece sofre violência, não se cale. Disque 180, a Central de Atendimento à Mulher. Denuncie, antes que seja tarde demais e outra família tenha que chorar por um grito que não foi ouvido a tempo.

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