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Consulta Pública: Você É A Favor Ou Contra Que A Leoa Que At4cou Vaqueirinho Continue Viv4, Votar No Site … Votar Agora

A decisão da Prefeitura de João Pessoa de não sacrificar Leona, a leoa de 19 anos que matou um homem após ele invadir o recinto no Parque Arruda Câmara (Bica), encerrou rapidamente qualquer dúvida sobre o destino do animal. Entretanto, o tema despertou intenso debate nas redes sociais e agora queremos ouvir você, leitor, sobre o assunto.

Segundo o zoológico, Leona nasceu e viveu toda a vida na Bica, é considerada saudável e nunca apresentou comportamento agressivo fora de situações de ameaça. A equipe técnica reforça que o ataque foi uma reação instintiva, provocada pela invasão do recinto, após o jovem escalar uma parede de mais de 6 metros, ultrapassar grades de proteção e usar uma árvore como apoio para acessar a área.

A prefeitura enfatizou que em nenhum momento cogitou sacrificar Leona e que o protocolo para casos desse tipo prevê apenas monitoramento, avaliação comportamental e cuidados adicionais para o bem-estar do animal, que ficou estressado após o ocorrido.

Leoa que matou homem em parque na Paraiba 1 1 1

Apesar disso, o caso abriu uma discussão nacional:
Quando um animal silvestre ataca um humano que entrou no recinto, deve ser responsabilizado? Ou o ataque é apenas uma reação natural que não pode ser punida com eutanásia?

Em alguns países, episódios envolvendo grandes felinos, ursos ou outros animais selvagens já geraram decisões controversas — algumas instituições optaram por sacrificar o animal para prevenir novos ataques, enquanto outras mantiveram a proteção integral ao considerar a culpa humana.

A morte de Gerson de Melo Machado, de 19 anos, que segundo a família sofria com transtornos mentais, acrescenta ainda mais sensibilidade ao tema. Para muitos, trata-se de uma tragédia humana, mas não de um ataque “culposo” do animal. Já outros acreditam que zoológicos deveriam rever protocolos, incluindo a possibilidade de retirada definitiva de animais envolvidos em incidentes graves.

Diante desse cenário, lançamos uma votação aberta ao público, totalmente anônima, para compreender o que a sociedade pensa sobre o destino de animais que se envolvem em episódios extremos como este.

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SOU CONTRA

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