[DESCANSE EM PAZ, MIGUEL] Pai tira a vid4 do filho de 12 anos após publicar vídeo e… Ver Mais
Uma noite de terror e incredulidade se abateu sobre a cidade de Itumbiara, no coração de Goiás. Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, um homem conhecido por sua posição de poder como Secretário de Governo e genro do prefeito da cidade, Dione Araújo, cometeu um ato que desafia a compreensão humana.
Em um surto de violência inexplicável, ele se voltou contra o que deveria ser mais sagrado: seus próprios filhos. Com uma frieza que gela a alma, Thales atirou nas duas crianças antes de tirar a própria vida.
O que leva um pai, um homem que horas antes declarava seu amor publicamente, a se tornar o carrasco de sua própria família? A cidade está em choque, e o Brasil se pergunta: quem era o verdadeiro Thales?
Horas antes do banho de sangue, uma publicação em suas redes sociais mostrava um pai sorridente ao lado dos filhos. A legenda, hoje macabra, dizia: “Que Deus abençoe sempre meus filhos, papai ama muito”.
Como pode o amor se transformar em ódio mortal em questão de horas? A imagem de felicidade agora serve como um epitáfio sombrio de uma família destruída. Enquanto Thales e seu filho mais velho, o pequeno Miguel de apenas 12 anos, eram declarados mortos, o caçula, de 8 anos, era levado às pressas para a UTI,
onde luta bravamente pela vida. Para adicionar uma camada ainda mais cruel a essa tragédia, a mãe das crianças, esposa de Thales, estava viajando, longe de casa, sem poder imaginar o horror que se desenrolava em seu lar.
O LUTO DE UMA CIDADE E O SILÊNCIO DAS AUTORIDADES
O cenário encontrado pela polícia foi de partir o coração. A casa, que deveria ser um refúgio de paz, se tornou uma cena de crime. Miguel, com um futuro inteiro pela frente, não resistiu e teve sua vida ceifada pelo próprio pai. Seu avô, o prefeito Dione Araújo, agora vela o corpo do neto, mergulhado em uma dor que nenhum cargo público pode consolar.
A cidade inteira parou. A prefeitura decretou três dias de luto oficial, um símbolo da ferida profunda aberta na comunidade. Até o governador Ronaldo Caiado se manifestou, expressando sua consternação e viajando para a cidade para prestar solidariedade.
A Polícia Civil iniciou as investigações, mas a principal suspeita é de que Thales agiu sozinho, levando para o túmulo o segredo de sua motivação.
Enquanto o filho mais novo permanece em estado gravíssimo, o Hospital Estadual de Itumbiara se fecha em um muro de silêncio, citando o sigilo médico e a Lei de Proteção de Dados para não divulgar informações sobre seu estado de saúde.
Para a população aflita, cada minuto de silêncio aumenta a angústia. Itumbiara chora por Miguel e reza pelo seu irmão, um pequeno sobrevivente que, se acordar, terá que enfrentar um mundo sem o pai e o irmão, em uma tragédia que marcou para sempre a história da cidade e de sua família.





