Donos de Academia Onde Aluno M0rreu Acabam de Ser Indiciados Por… Ver Mais
Uma tragédia inacreditável abalou a tranquilidade de uma academia na zona leste de São Paulo, transformando um dia comum de exercícios em um cenário de horror.
Um homem, que buscava apenas saúde e bem-estar em sua aula de natação, encontrou a morte de forma terrível, enquanto outras seis pessoas lutavam por suas vidas após passarem mal dentro da piscina.
O que parecia um acidente terrível, no entanto, sofreu uma reviravolta chocante que está deixando o país inteiro de boca aberta: a polícia acaba de indiciar os três donos da academia por homicídio doloso, quando se tem a intenção ou se assume o risco de matar. Agora, a pergunta que não quer calar é: eles sabiam que alguém poderia morrer e não fizeram nada?
‘ELES ASSUMIRAM O RISCO’: A ACUSAÇÃO DE HOMICÍDIO QUE CHOCOU A TODOS
A investigação tomou um rumo sombrio e revoltante. Após ouvirem os depoimentos dos três sócios, a polícia não teve dúvidas: pediu a prisão temporária de todos eles. A acusação é gravíssima e muda tudo.
Não se trata mais de um simples descuido ou negligência, mas sim de uma atitude consciente que levou à morte de uma pessoa. Segundo os investigadores, ao permitirem que a manutenção da piscina fosse feita de forma amadora e perigosa, os proprietários assumiram o risco de que uma catástrofe como essa pudesse acontecer.
Enquanto a defesa dos empresários corre para tentar cancelar o pedido de prisão, alegando que eles estão ‘colaborando’, a família da vítima e a sociedade clamam por justiça diante de tanto descaso.
A ‘NUVEM DA MORTE’ E O JOGO DE EMPURRA-EMPURRA
O horror foi flagrado por câmeras de segurança. As imagens mostram o manobrista, que também atuava como piscineiro, manuseando produtos químicos de forma precária. Em um momento aterrorizante, uma fumaça, uma verdadeira ‘nuvem da morte’, sobe de um balde.
Foi essa mistura fatal que liberou o gás tóxico na água. Em seu depoimento, o sócio responsável pela piscina, Celso Bertoloto Cruz, tentou lavar as mãos e jogar toda a culpa no funcionário. Ele afirmou que o manobrista errou ao usar cloro em pó, quando a ordem era usar o produto líquido.
Para piorar a situação e mostrar o nível de frieza, um dos donos chegou a dizer que sua própria mãe e filha nadavam no local, como se isso o isentasse da responsabilidade. Uma declaração que só aumentou a indignação e a certeza de que a busca por lucro foi colocada acima da vida humana.





