M0rre Edson Godoy, repórter da TV Gl0bo em MS, aos 58 anos, foi enc0ntrado sem os…Ver mais
O jornalismo mato-grossense-do-sul perdeu uma de suas vozes mais conhecidas nesta semana. Edson Godoy, repórter com uma longa trajetória na TV Globo no estado, faleceu aos 58 anos. A notícia deixou colegas de profissão e o público em luto, surpresos com a partida repentina de um profissional tão ativo e querido.
Ele foi encontrado sem vida dentro de seu apartamento, localizado na região do bairro Tiradentes, em Campo Grande. As circunstências exatas do ocorrido ainda estão sendo apuradas pelas autoridades. A polícia foi acionada e segue investigando os fatos para esclarecer o que levou ao seu falecimento.
A carreira de Edson Godoy estava intimamente ligada à cobertura do cotidiano e dos grandes acontecimentos de Mato Grosso do Sul. Sua presença nas reportagens era uma constante para os espectadores, que o reconheciam pela seriedade e pela dedicação ao ofício. Sua ausência deixa um vazio perceptível na redação.
Uma vida dedicada ao noticiário local
Edson não era um repórter de passagem. Ele construiu sua história profissional acompanhando de perto a vida sul-mato-grossense. Seu trabalho ia além de transmitir informações; era sobre contar as histórias das pessoas, dos eventos e da transformação do estado. Essa conexão com a realidade local fazia dele uma figura familiar.
Ele atuava como repórter de campo, o que significa que estava sempre na linha de frente, indo até os locais dos fatos. Essa proximidade com as fontes e com a população era uma marca do seu jornalismo. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no Pronatec.
Seu último registro profissional em rede nacional foi durante a cobertura das fortes chuvas que atingiram o estado. Na ocasião, ele mostrou ao país a situação das famílias afetadas, com a precisão e o cuidado de quem conhecia cada detalhe da região. Era a sua rotina: relatar com empatia os impactos dos eventos na vida das pessoas.
O impacto da perda para a profissão
A reação à notícia de sua morte foi imediata e carregada de emoção. Colegas de trabalho e outras personalidades do jornalismo regional começaram a usar as redes sociais para prestar homenagens. As mensagens destacavam não apenas o profissional competente, mas também as qualidades humanas de Edson.
Muitos lembraram de seu bom humor nos bastidores, um contraponto necessário à seriedade exigida pelas reportagens. Esse lado humano, muitas vezes escondido das câmeras, era o que fortalecia os laços dentro da equipe. A perda é sentida em dobro: falta o jornalista e falta o companheiro de redação.
O silêncio em sua cadeira na TV Globo em MS é agora um símbolo dessa ausência. A cobertura jornalística no estado seguirá, é claro, mas sem uma de suas vozes mais experientes e respeitadas. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no portal Pronatec.
O legado de um repórter essencial
Mais do que as manchetes que apresentou, o legado de Edson Godoy está no exemplo de jornalismo regional que ele personificou. Um trabalho feito com os pés no chão, conhecendo a fundo a comunidade que se noticia. Esse tipo de profissional é insubstituível para a imprensa local.
Sua trajetória mostra a importância de ter repórteres que são parte do tecido social onde atuam. Eles vão além da superfície, contextualizam os fatos com profundidade e trazem uma perspectiva verdadeiramente local. Essa é uma qualidade que se constrói com anos de dedicação.
A história recente de Mato Grosso do Sul foi, em parte, registrada por sua lente e por seu microfone. Dos grandes eventos políticos aos problemas do cidadão comum, Edson esteve lá. Sua contribuição fica no ar, nas memórias de quem o via trabalhar e na saudade dos que conviveram com ele.





