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Pai Acessa Prontuário e Revela o que Médic0s Fizeram com Seu Filh0 ‘Deram Uma Dose… Ver Mais

A família de Ysrael Pinho, de 6 anos, teve acesso ao prontuário médico após o menino falecer em dezembro do ano passado. O caso ocorreu após três idas ao pronto atendimento de um hospital particular em Betim. O pai, Waters Gonçalves, afirma que o filho recebeu uma dosagem elevada de adrenalina endovenosa, possivelmente a causa da morte.

Segundo Gonçalves, ele não foi informado sobre a administração do medicamento, usado para aumentar batimentos cardíacos e pressão arterial. A médica teria dito que estava prescrevendo apenas um antiemético, para tratar náusea e vômito. Profissionais consultados pela defesa confirmaram que a dose seria inaceitável para o peso da criança.

O caso lembra outro ocorrido em Manaus, onde um menino de 7 anos faleceu após receber uma dosagem errada de adrenalina. A família busca esclarecimentos e justiça, enquanto aguarda o desfecho das investigações. O hospital, administrado pela Hapvida, afirma que a medicação estava correta.

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Investigação em andamento

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está investigando as circunstâncias do falecimento de Ysrael. O caso ganhou atenção após a família receber o prontuário médico, que indica uma dosagem alta de adrenalina. A PCMG solicitou a exumação do corpo para apurar os fatos.

Segundo a corporação, diligências investigativas estão sendo realizadas dentro dos limites legais. O objetivo é esclarecer o que levou à morte da criança. A família aguarda respostas enquanto o hospital mantém sua versão sobre a correta administração do medicamento.

A Hapvida, responsável pelo hospital, afirmou que a dose estava alinhada às diretrizes pediátricas do Conselho Federal de Medicina (CFM). A operadora reforça que não houve erro na aplicação da medicação. A família, no entanto, continua buscando transparência no caso.

Desdobramentos do caso

O acesso ao prontuário médico foi um passo importante para a família de Ysrael Pinho. O documento trouxe informações detalhadas sobre o tratamento recebido pelo menino. A dosagem de adrenalina aplicada foi apontada como potencial causadora da morte.

Profissionais de saúde consultados pela defesa da família afirmam que a dose foi excessiva para uma criança de 18 kg. O caso levanta questões sobre protocolos médicos e a necessidade de maior transparência nos atendimentos de emergência.

Enquanto aguarda o resultado das investigações, a família busca apoio jurídico para prosseguir com o caso. A história de Ysrael Pinho reforça a importância de cuidados médicos adequados, especialmente em situações críticas. A busca por respostas continua.

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