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[LUT0 EM SP] Jovem de 25 anos cai do 11º andar após brig4 com o marido e mistério intriga a família… Ver mais

A história envolvendo a morte de Catiane Gomes, de 25 anos, ganhou grande repercussão pela sequência de fatos que se desenrolaram em poucos minutos e pela versão que ainda não convenceu completamente a família. A jovem, que compartilhava nas redes sociais uma rotina de treinos, cuidados com a beleza e momentos de afeto ao lado do marido, teve a vida interrompida após cair do 11º andar do prédio onde morava, na zona sul de São Paulo.

Antes da queda, o casal havia retornado de uma festa e iniciado uma discussão sobre uma viagem marcada para o fim do ano, o que, segundo o marido, teria desencadeado um desentendimento mais sério. Catiane teria comprado um cruzeiro para os dois, mas o empresário afirmou que não poderia viajar porque precisava passar alguns dias com o filho do relacionamento anterior. A partir daí, a discussão teria aumentado em intensidade.

O marido relatou à polícia que a jovem se trancou no banheiro e recusou-se a sair. Ele disse ter arrombado a porta, argumento reforçado pelos danos encontrados no cômodo. Depois disso, o casal teria permanecido no apartamento até que Catiane foi para a sala, momento em que, segundo o empresário, ele ouviu um grito seguido de um som forte vindo da varanda.

Ao correr até o local, afirmou ter visto a esposa caída no térreo e imediatamente descido para tentar ajudá-la. As imagens relatadas pelo funcionário da portaria, no entanto, adicionam novos elementos à investigação e levantam questionamentos sobre o que realmente aconteceu naquela madrugada.

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Imagens que contradizem a tranquilidade da versão inicial

O porteiro, que estava de plantão, contou à polícia que viu Catiane descer várias vezes até a garagem, sempre acompanhada do marido. Ele afirmou que, nas imagens, parecia que o empresário tentava convencê-la a voltar ao elevador e retornar ao apartamento, numa dinâmica que indicava forte tensão entre eles.

Essa movimentação repetida chamou atenção dos investigadores, que buscam entender o motivo de tantas idas e vindas, principalmente considerando que poucos minutos depois ocorreu a queda fatal. A descrição do porteiro reforça a hipótese de que a discussão teria durado mais tempo do que o marido inicialmente afirmou.

O funcionário também relatou ter ouvido um grito e um barulho muito forte antes de encontrar Catiane caída próximo à torre 3, com o marido tentando reanimá-la. A narrativa coincide com o momento descrito pelo empresário, mas não necessariamente explica a queda.

As imagens ainda estão sendo analisadas para reconstruir com maior precisão a movimentação do casal dentro do condomínio e verificar se há elementos que possam contradizer ou reforçar a versão apresentada por ele.

A dor da família e as perguntas que ainda não têm resposta

Para os familiares de Catiane, a explicação dada até agora não é suficiente. A jovem, segundo eles, vivia um momento considerado positivo e não demonstrava sinais de que poderia ter reagido de forma extrema após uma discussão. Essa percepção alimenta a dúvida sobre o que pode ter acontecido nos instantes finais.

A polícia trabalha com várias linhas de investigação e ainda não aponta suspeitos, mas o histórico das últimas horas de vida da jovem, somado às imagens e ao relato do porteiro, torna o caso mais complexo do que parecia inicialmente.

Os investigadores aguardam resultados de laudos complementares e esperam que novas informações ajudem a esclarecer se houve acidente, ação voluntária ou participação de terceiros na queda. Enquanto isso, a família permanece em busca de respostas e cobra que todos os detalhes sejam apurados com rigor.

A morte de Catiane segue cercada de perguntas, e cada novo depoimento amplia a necessidade de uma análise profunda sobre o que realmente ocorreu naquela madrugada silenciosa e trágica.

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