Justiça toma decisão sobre aluno que m4tou professora e o que ele confessou vai te… Ler Mais
Uma tragédia inacreditável abalou o país e mostra que não estamos seguros em lugar nenhum. Uma querida professora, uma mulher de bem, teve sua vida ceifada de forma brutal dentro do local que deveria ser o mais seguro de todos: uma sala de aula.
Juliana Mattos de Lima Santiago, de apenas 41 anos, foi assassinada a facadas por um de seus próprios alunos em Porto Velho (RO). O que leva um jovem a cometer tamanha atrocidade contra quem estava ali para lhe ensinar? A dor da família e dos amigos ecoa por todo o Brasil, enquanto todos clamam por justiça.
Um Futuro Brilhante Interrompido a Facadas
Quem era Juliana? Não era apenas um nome na estatística da violência. Era uma mulher batalhadora, que dedicou sua vida aos estudos e ao sonho de lecionar. Nascida no Rio de Janeiro, cresceu em Salvador (BA), onde se formou em Direito e deixou uma legião de amigos que hoje choram sua partida.
Descrita como uma pessoa estudiosa e extremamente comprometida, Juliana era também escrivã da Polícia Civil. Ela deixou sua terra e sua família para trás em busca de uma carreira em Rondônia, dividindo seu tempo entre o trabalho na polícia e a paixão por ensinar Direito Penal aos seus alunos. Mal sabia ela que um desses alunos se tornaria seu carrasco.
O Monstro da Sala de Aula e o Clamor por Justiça
A noite de sexta-feira (6) se transformou em um filme de terror. Durante a aula, em um ato de covardia e crueldade, um estudante atacou a professora Juliana com diversas facadas. Imagine o pânico, a correria, o desespero dos outros alunos presenciando a cena.
Vídeos feitos no momento mostram o agressor sendo contido, enquanto a professora, mesmo gravemente ferida, ainda lutava pela vida. Ela foi socorrida às pressas, mas a gravidade dos ferimentos foi demais. O monstro foi preso em flagrante, mas fica a pergunta que não quer calar: que justiça será feita?
O corpo da nossa querida professora foi levado para Salvador, para perto de sua família, onde receberá o último adeus. Até quando teremos que chorar por vítimas inocentes como Juliana?





