Notícia

Laudo alega que assassin4 da grávida estava em surto: ‘Ouvia vozes que… Ler Mais

Uma notícia que revira o estômago de qualquer cidadão de bem. Todos nós lembramos do caso que parou o Brasil: a jovem Emelly Beatriz, de apenas 16 anos, grávida e cheia de sonhos, foi brutalmente assassinada por uma monstra que lhe abriu a barriga para roubar seu bebê.

Uma maldade que não tem nome, um ato de pura crueldade. Mas agora, caro leitor, prepare-se, pois a defesa de Nataly Helen, a acusada, veio com uma história para boi dormir, uma reviravolta que insulta a memória da pobre menina e a inteligência de todos nós.

A desculpa que ninguém esperava: Assassina agora diz que ‘ouvia vozes’

Pois é, você não leu errado. A defesa dessa mulher agora alega que ela estava em ‘surto psicótico’. Dizem que um laudo, feito por especialistas, aponta que ela ouvia vozes que davam ordens, que tinha delírios com coisas místicas e de religião. Segundo o advogado, ela estava ‘totalmente fora da realidade’.

Ora, que conveniente! Uma pessoa que planeja um crime com essa frieza, que atrai uma jovem inocente para uma armadilha, que comete um ato tão horrendo e depois tenta se passar pela mãe da criança em um hospital, agora quer se esconder atrás de uma suposta loucura? É uma tentativa clara de enganar a Justiça e escapar da punição que merece.

Passado de horror ou teatro para escapar da prisão?

Para tentar convencer a todos dessa história, a defesa ainda joga na mesa um passado de sofrimento. Dizem que Nataly sofreu violência, usou drogas e teve até gravidez psicológica.

Ninguém nega que uma vida difícil possa deixar marcas, mas usar isso como justificativa para abrir a barriga de uma adolescente e roubar seu filho é um absurdo! Milhares de pessoas passam por dificuldades e não se tornam monstros.

A pergunta que fica no ar e que todo brasileiro se faz é: isso é um histórico de verdade ou apenas um teatro muito bem ensaiado para fugir de uma vida inteira atrás das grades?

Ela não vai para a cadeia? O destino chocante que a defesa quer para a monstra

E o pior de tudo, caro leitor, é o que eles pedem. Com base nesse laudo, a defesa quer que ela seja considerada ‘inimputável’, ou seja, que não pode ser responsabilizada pelo crime. Eles não querem a liberdade dela, mas sim que ela seja internada em um hospital psiquiátrico, uma ‘prisão médica’.

Uma forma de escapar de uma penitenciária de verdade, onde deveria pagar por seus atos. E a justiça por Emelly? E a vida do bebê, que começou de forma tão traumática? Mandar essa mulher para um hospital em vez de uma cela é cuspir na dor da família e em toda a sociedade que clama por justiça. Não podemos aceitar!

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo