Notícia

Madrasta joga enteado da janela após brig4 com o pai e desabafa ‘Ele vai m0rrer ago… Ler Mais

Uma história de gelar a espinha e que mostra até onde a maldade humana pode chegar. A Justiça finalmente bateu o martelo e condenou a madrasta Adriana Ferreira da Silva a mais de 17 anos de cadeia. O motivo? Uma crueldade difícil até de imaginar: ela jogou o próprio enteado, um anjinho de apenas 6 anos, da janela do apartamento no quarto andar.

O crime, que abalou a todos em Alagoas, aconteceu enquanto o pequeno dormia, sem qualquer chance de se defender. É o tipo de notícia que faz a gente se perguntar onde estão os valores e o amor ao próximo, especialmente dentro da própria família.

Uma Vingança que Quase Custou uma Vida Inocente

Tudo começou por um motivo inacreditavelmente banal, uma briga de casal regada a bebida. Naquela noite de terror, em maio de 2022, Adriana e o pai do menino discutiram. Em um ato de pura vingança e frieza, ela pegou a criança que dormia tranquilamente em seu quarto e a arremessou no vazio.

O pai, em desespero, contou no tribunal a frase que ouviu e que nunca mais sairá de sua cabeça: “ele vai morrer agora”. A princípio, ele pensou que ela estivesse jogando roupas, mas quando notou a ausência do filho, o mundo desabou. Correu escada abaixo e encontrou seu anjinho desacordado na grama, lutando pela vida por um milagre.

A Mentira Desmascarada pela Ciência: “Corpo Flácido”

No tribunal, a madrasta tentou se passar por vítima, dizendo que tudo não passou de um acidente, que o menino escorregou enquanto ela o segurava. Uma mentira que não se sustentou por muito tempo. A promotoria, com a ajuda da ciência, mostrou a verdade nua e crua.

O laudo da perícia foi a peça-chave: a médica-legista explicou que o menino sofreu traumatismo craniano, mas não tinha uma única fratura nos braços ou mãos. Por quê? Porque, instintivamente, qualquer pessoa que cai acordada tenta se proteger com as mãos.

O fato de o corpo do menino ter caído “flácido”, sem reação, foi a prova cabal de que ele foi lançado no abismo enquanto estava em sono profundo. A ciência desmascarou a farsa e expôs a monstruosidade do ato.

Justiça Tarda, Mas Não Falha: A Condenação da Madrasta Fria

Diante das provas irrefutáveis, não houve outra saída. O Ministério Público destacou a frieza da ré e o motivo torpe do crime: pura vingança contra o companheiro, usando uma vida inocente como arma. Testemunhas confirmaram que Adriana parecia lúcida antes do crime, o que derrubou a desculpa da embriaguez.

A sentença de 17 anos, dois meses e sete dias em regime fechado trouxe um pouco de alento, mostrando que a justiça, mesmo que tarde, não falha. O menino sobreviveu por um fio, um verdadeiro milagre, mas as cicatrizes, visíveis e invisíveis, ficarão para sempre.

Que esta condenação sirva de exemplo e que a sociedade reflita sobre a proteção de nossas crianças contra a maldade que, infelizmente, pode morar dentro de casa.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo