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Mãe das crianças desaparecidas revela o que a polícia confessou em segredo: “Eles foram levad… Ver mais

Uma angústia que já dura 52 longos dias. Para uma mãe, é uma eternidade. No coração de Bacabal, no Maranhão, a dor de Clarice Cardoso pelo sumiço de seus dois anjinhos, Ágatha (6 anos) e Allan (4 anos), ganhou um novo e revoltante capítulo.

Enquanto as autoridades insistem em uma história, o coração e as informações de Clarice gritam outra. Uma batalha de versões se instalou, e no meio dela, uma família desesperada clama por uma verdade que parece estar sendo escondida a sete chaves.

“MEUS FILHOS FORAM LEVADOS!”: O GRITO DE UMA MÃE CONTRA A VERSÃO OFICIAL

O instinto de uma mãe não falha. E é nele que Clarice se apega. Em uma entrevista que fez o Maranhão parar, ela revelou o que os próprios policiais teriam dito a ela longe das câmeras e dos microfones.

“Eles me falaram que meus filhos foram levados e que nunca estiveram naquela casa sozinhos”, desabafou, referindo-se a um casebre abandonado na mata, conhecido como “casa caída”.

Para ela, a história não fecha. Crianças tão pequenas jamais conseguiriam chegar sozinhas a um lugar tão distante e perigoso.

A versão oficial, fria e calculista, de que os pequenos simplesmente se perderam e se afogaram no Rio Mearim, soa como um insulto à sua dor e inteligência. O coração de Clarice tem certeza: alguém pegou seus filhos.

AFOGAMENTO OU QUEIMA DE ARQUIVO? O QUE A POLÍCIA NÃO QUER QUE VOCÊ SAIBA

Publicamente, a polícia desmente a mãe. O delegado do caso afirma que a principal linha de investigação continua sendo a de um trágico acidente por afogamento. Dizem que não há vestígios, não há roupas, não há sinais de luta.

Mas, nos bastidores, o burburinho é outro. Jornalistas locais, como Mary Coymbra, ouviram de fontes secretas que a polícia estaria, na verdade, mantendo três suspeitos sob sigilo para não atrapalhar o inquérito. E uma coincidência

macabra aumenta ainda mais o mistério: na mesma época do desaparecimento, uma perigosa quadrilha de traficantes que usava o rio como rota de fuga foi presa. Seria apenas um acaso do destino, ou as pequenas crianças viram algo que não deveriam?

O SILÊNCIO DO MEDO: QUILOMBO VIVE ATERRORIZADO E CRIANÇAS NÃO BRINCAM MAIS NA RUA

Enquanto as autoridades e a família travam essa dolorosa batalha, a comunidade quilombola onde tudo aconteceu vive dias de terror. O medo tomou conta das ruas de terra. Onde antes havia risadas de crianças correndo, hoje reina um silêncio assustador.

Pais e mães, apavorados, não deixam mais seus filhos brincarem ao ar livre. A alegria da comunidade foi roubada desde aquele fatídico 4 de janeiro. A pergunta que fica no ar, e que ninguém ousa responder, é a mais terrível de todas: quem está por trás do sumiço de Ágatha e Allan, e por que a verdade parece ser a vítima mais oculta neste caso que sangra o coração do Brasil?

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