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Ch0cante: Mãe E Filho Vão A Júri Após Mulher M4tar Várias Pessoas Envenen4das, Ela Queria… Ver Mais

O caso envolvendo Elizabeth Arabaça continua chamando atenção pela complexidade e pelas revelações que surgem conforme a investigação avança. A história, que começou com a morte suspeita da nora, ganhou novas camadas quando a polícia passou a considerar a possibilidade de que o número de vítimas seja maior do que o imaginado inicialmente.

A aposentada de Ribeirão Preto, de acordo com as investigações, pode ter envenenado não apenas a nora, mas também a própria filha e até a cachorrinha da família, demonstrando um padrão de comportamento que a polícia classifica como extremamente perigoso. O filho de Elizabeth, o médico Luís Antônio Garnica, também está preso e ambos irão enfrentar júri popular, onde a população decidirá o destino de mãe e filho.

Novos elementos revelados pela polícia indicam que esse não seria um caso isolado. Elizabeth é investigada ainda pela morte de uma amiga e por uma tentativa de assassinato cujo alvo permanece em sigilo. A informação, segundo autoridades, deve gerar grande repercussão quando vier a público.

A acusação sustenta que as mortes têm traços semelhantes, sempre envolvendo a administração de veneno de forma sutil e repetida. O Ministério Público afirma que o padrão não deixa dúvidas de que há intenção clara de eliminar as vítimas por meios silenciosos e difíceis de detectar em um primeiro momento.

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As revelações que mudaram o rumo da investigação

O juiz responsável pelo caso detalhou ações específicas que, segundo ele, justificam a ida dos réus ao júri. Laudos toxicológicos apontaram que Larissa Rodrigues, nora de Elizabeth, morreu envenenada por chumbinho. Antes de falecer, a vítima já apresentava sintomas após receber alimentos e medicamentos supostamente oferecidos pela sogra durante a semana anterior.

Também pesam contra Elizabeth suspeitas de que ela teria envenenado a própria filha meses antes, em situação igualmente marcada por sintomas repetitivos, agravamento progressivo e ausência de explicações clínicas. A defesa da acusada afirma que ela nega qualquer participação e ficou abalada com a decisão judicial.

No caso de Luís, o juiz destacou que ele, mesmo sendo médico e marido da vítima, não ofereceu assistência adequada e teria tentado alterar a cena da morte, demonstrando comportamento incompatível com alguém que encontrou a esposa supostamente com vida.

A investigação ainda aponta que o casal teria interesse patrimonial em manter controles familiares e evitar a partilha de bens, tema recorrente nas discussões analisadas pelas autoridades.

Um histórico que levanta suspeitas sobre outras mortes

A polícia reforça que Elizabeth representa risco à sociedade e que não deve ser solta. Segundo o Ministério Público, o padrão encontrado nas mortes e nas tentativas sugere que outras vítimas podem surgir conforme as investigações avançam.

Relatos de pessoas próximas afirmam que a filha de Elizabeth teria desagradado a família ao se relacionar com um rapaz simples, contrariando expectativas e normas internas. A jovem, segundo testemunhas, desejava construir a própria vida longe de conflitos, mas acabou morrendo em circunstâncias que hoje estão sob forte suspeita.

A morte de uma amiga da família também levanta dúvidas, já que ela teria informações que não agradavam à acusada. Somado a isso, o fato da cachorrinha da família também ter morrido envenenada reforça a tese de comportamento repetitivo.

O caso, repleto de reviravoltas, segue despertando indignação e atenção nacional, e o julgamento promete ser um dos mais comentados dos últimos anos.

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