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Mãe de Adolescentes Que M4taram Orelha Implora Para Que Membros de Facção Não Ma…Ver mais

A investigação sobre a morte do cão comunitário **Orelha**, na Praia Brava, em Florianópolis, continua gerando repercussão. Recentemente, imagens divulgadas mostraram a coação sofrida por uma testemunha do caso. Além disso, familiares dos adolescentes envolvidos foram indiciados, e a mãe dos jovens teme que o crime resulte em punições severas para seus filhos.

O caso, que causou grande comoção na região e ganhou destaque nacional, expõe não apenas o ato violento contra o animal, mas também tentativas de interferência nas investigações. A Polícia Civil já reuniu provas significativas e segue avançando na apuração dos fatos.

Agora, a mãe dos adolescentes envolvidos está em alerta máximo, preocupada com as possíveis consequências jurídicas e sociais do crime. Segundo fontes, ela teme que a pressão pública e o endurecimento da polícia possam levar a punições mais severas.

Coação contra testemunha é gravada

Imagens de câmeras de segurança revelaram o momento em que o porteiro de um condomínio na Praia Brava foi cercado e intimidado pelo pai e pelo tio de um dos adolescentes investigados. O vídeo, gravado na madrugada de 13 de janeiro, mostra os familiares pressionando o trabalhador.

Eles pediam supostos vídeos ou fotos que o porteiro teria publicado em redes sociais. Segundo a polícia, esses registros poderiam associar o adolescente a um grupo envolvido em atos de vandalismo na região. A abordagem foi interpretada como uma tentativa clara de intimidar a testemunha.

O porteiro havia sido ouvido no inquérito que apura a morte de **Orelha**, um cachorro conhecido e cuidado pelos moradores locais. Essa tentativa de coação reforçou a tese de interferência no curso da investigação.

Suspeita de arma e indiciamentos

Durante a análise das imagens, um detalhe chamou a atenção dos investigadores. O tio do adolescente aparecia com um volume na região da cintura, levantando suspeitas de que ele estivesse armado. No entanto, buscas na residência do suspeito não encontraram nenhuma arma de fogo.

A Polícia Civil decidiu indiciar o pai e o tio do adolescente por coação de testemunha, mesmo sem a confirmação da presença de uma arma. O crime foi caracterizado com base na conduta registrada nas imagens.

Além deles, o pai de outro adolescente envolvido no caso também foi indiciado pelo mesmo crime. Esses indiciamentos reforçaram a seriedade do caso e a preocupação da mãe dos jovens com os desdobramentos.

Mãe teme punições severas

A mãe dos adolescentes envolvidos na morte de **Orelha** está cada vez mais apreensiva com o rumo das investigações. Fontes ligadas ao caso afirmam que ela teme que os filhos sejam punidos severamente, principalmente após a divulgação das imagens de coação.

O fato de familiares próximos terem sido indiciados aumentou ainda mais a pressão sobre a família. A repercussão nacional do caso também é vista como um fator que pode influenciar a decisão das autoridades.

A Polícia Civil continua trabalhando duro para esclarecer todas as circunstâncias da morte do cão. Enquanto isso, a mãe dos adolescentes espera que a justiça seja feita, mas sem consequências extremas para seus filhos.

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