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O Ministro André Mendonça Acaba De Trazer… Ver Mais

Brasília tremeu, mas não foi por nenhuma decisão política. Em meio a uma crise de confiança que abala o Supremo Tribunal Federal (STF), com ministros sendo questionados por seus negócios particulares, uma bomba explodiu onde menos se esperava: no púlpito de uma igreja.

O ministro André Mendonça, conhecido por ser ‘terrivelmente evangélico’, subiu ao altar no último domingo e fez uma confissão pública que deixou o país de queixo caído. Diante de sua congregação, ele revelou o destino de toda a fortuna que sua empresa de cursos jurídicos, o Instituto Iter, vier a gerar. A decisão, segundo ele, foi tomada junto com sua esposa e filhos, e sela um compromisso ‘diante de Deus e dos homens’.

10% Para Deus, 90% Para Quem? A Divisão da Fortuna que Deixou o Brasil de Boca Aberta!

A revelação detalhada pelo ministro-pastor chocou pela ousadia. Mendonça afirmou que, de todo o lucro que sua parte na empresa gerar, ele não tocará em um único centavo para benefício próprio. A divisão, segundo suas palavras, será um testemunho de sua fé.

“Vou separar 10% para o dízimo e os 90% restantes serão investidos em obras sociais e educação. Nada será tomado para mim”, declarou, para espanto de muitos. Ele fez questão de frisar que seu sustento virá exclusivamente de seu salário como ministro do STF e de suas aulas.

A fortuna gerada pela empresa, que poderia ir para o seu bolso, se tornará, em suas palavras, um “altar diante de Deus” e uma prova de que um “servo de Deus abre mão de tesouros na Terra para juntar tesouros no Céu”.

Gesto de Fé ou Jogada de Mestre? Entenda a Polêmica que Abala os Poderes em Brasília

Enquanto muitos aplaudem o gesto como um ato de fé genuíno e um exemplo a ser seguido, nos bastidores do poder a conversa é outra.

O anúncio de Mendonça acontece exatamente quando o STF discute a criação de um código de ética para seus ministros e logo após o escândalo envolvendo o ministro Dias Toffoli, que se afastou da relatoria de um caso após virem à tona seus negócios com investigados.

A grande pergunta que ecoa em Brasília é: a decisão de Mendonça foi uma sincera renúncia material ou uma jogada de mestre para se blindar de futuras críticas e se posicionar como o ‘ministro mais limpo’ da Corte?

Em um cenário onde a linha entre o público e o privado está cada vez mais turva, a atitude do ministro joga ainda mais lenha na fogueira sobre a conduta e os negócios milionários de quem deveria apenas guardar a Constituição.

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