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Pai de família é ass4ssinad0 com 7 tir0s na frente do filho ao tentar apartar… Ver mais

O que deveria ser um dia de celebração e alegria, em meio às cores e aos sons vibrantes do Carnaval, transformou-se em um cenário de horror indescritível para uma família no Rio de Janeiro. Fábio Pereira Rangel, um homem de 48 anos, um pai dedicado, levou seu pequeno filho de apenas quatro anos para vivenciar a magia dos tradicionais “bate-bolas” no bairro de Rocha Miranda.

Ele só queria criar uma memória feliz, um momento de pai e filho que ficaria para sempre guardado. Mal sabia ele que, em vez de memórias, deixaria para trás um trauma profundo e uma família destroçada pela violência que hoje assola nossas ruas, sem respeitar nem mesmo a inocência de uma festa popular.

Em um ato de pura coragem e civilidade, ao ver uma confusão se iniciar, Fábio fez o que qualquer bom cidadão faria: tentou apaziguar os ânimos. Ele não buscou briga, não provocou ninguém. Ele buscou a paz. E por esse ato nobre, pagou com a própria vida.

Sete Tiros de Covardia na Frente de uma Criança

A covardia dos criminosos não teve limites. Escondidos atrás de máscaras e fantasias, homens armados e, segundo relatos, embriagados, decidiram que a festa era deles e que a vida de um inocente não valia nada. Enquanto os fogos de artifício explodiam no céu, colorindo a noite, outros estampidos, os de uma arma de fogo, ecoaram no chão.

Foram sete disparos. Sete tiros que atingiram Fábio nas pernas, no braço e, fatalmente, no peito. Tudo isso diante dos olhos aterrorizados de seu filho de quatro anos, que jamais esquecerá a imagem de seu pai, seu herói, caindo sem vida.

A viúva, em meio à dor insuportável, desabafou: “A gente espera essa época para se divertir, mas aparecem homens mascarados, bandidos fantasiados, e acabam com as famílias”. Suas palavras são o eco do medo de milhões de brasileiros que se veem reféns da criminalidade, onde até mesmo a alegria do Carnaval é roubada por monstros disfarçados de foliões.

Um Clamor por Justiça e o Fim da Impunidade

Fábio Pereira Rangel chegou a ser socorrido, mas a brutalidade do ataque foi tamanha que ele não resistiu. Agora, uma esposa chora a perda de seu companheiro, um filho crescerá sem a presença do pai e uma comunidade inteira se pergunta: até quando?

Até quando pais de família serão executados em plena luz do dia por tentarem fazer o que é certo? O caso está sob investigação da Polícia Civil, que tem a difícil missão de identificar e capturar esses assassinos que se escondem na multidão.

A morte de Fábio não é apenas mais um número nas estatísticas da violência. É um grito de alerta. É a prova de que a barbárie está vencendo a civilidade, e que a impunidade serve de combustível para que tragédias como essa se repitam. A família clama por justiça, e a sociedade, estarrecida, espera que a morte desse herói anônimo não seja em vão.

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