Reviravolta! Pai que m@tou os filhos deixou bilhete culpando a mãe: ‘Ela estava com o… Ver Mais
As ruas de Itumbiara, uma cidade a 200 quilômetros de Goiânia, silenciaram. Onde antes havia o riso de crianças, agora ecoa a dor de uma tragédia que chocou o Brasil. Os pequenos Miguel, de 12 anos, e Benício, de 8, tiveram suas vidas inocentes ceifadas de forma cruel e covarde.
O autor do crime impensável foi o próprio pai, Thales, um secretário do governo que, em um ato de extrema violência, decidiu punir a esposa da maneira mais brutal possível, tirando a vida dos próprios filhos antes de se matar. A dor é ainda maior por saber que os meninos eram os amados netos do prefeito da cidade, Dione Araújo, que agora enfrenta o luto que nenhum avô jamais deveria conhecer.
A Mensagem Final e a Traição: O que o Pai Escreveu Antes de Cometer a Loucura?
Por trás da imagem de pai de família, Thales escondia um plano frio e calculado. O casamento de 15 anos estava em crise e ele não aceitava o fim. A frieza foi tamanha que, dias antes da tragédia, ele contratou um detetive particular para seguir a esposa.
As fotos que recebeu, mostrando a mulher em companhia de um suposto amante em São Paulo, foram o estopim. Pouco antes de cometer os atos, ele usou as redes sociais para escrever uma mensagem final, um texto assustador onde culpava a esposa pelo desfecho trágico, tentando se pintar como um pai exemplar e traído.
Em um vídeo publicado dias antes, ele aparecia com os filhos, declarando: “É o que a gente tem de mais importante”. Palavras que hoje soam como um testamento da sua terrível contradição.
“Serão Para Sempre Eternos”: O Adeus Doloroso e a Dor de uma Mãe e um Avô
O adeus aos pequenos anjos foi um dos momentos mais tristes da história da cidade. Balões brancos subiram aos céus, em um pedido de paz para almas tão puras. A cena mais devastadora foi a da mãe que, com o coração em pedaços, ajudou a carregar o caixão do próprio filho, consolada o tempo todo pelo pai, o prefeito, que mal se aguentava em pé.
Enquanto Miguel era enterrado, o pequeno Benício ainda lutava pela vida no hospital, mas seu estado era gravíssimo e, dois dias depois, sua morte encefálica foi declarada. A família e a cidade tiveram que se reunir para um segundo cortejo, um segundo enterro. Agora, os dois irmãos descansam lado a lado, deixando para trás uma família destruída e uma pergunta que jamais terá resposta: por quê?





