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As Últimas Palavras do Assassin0 ao Filho Após M4tar a Mãe Chocou o Brasil Desculpa, meu filho, não… Ver Mais

Uma mensagem de áudio, fria e brutal, foi o suficiente para destruir uma família e gelar a espinha de todo o país. ‘Fiz merda, matei sua mãe, cara. Tô aqui me entregando na delegacia. Matei sua mãe dentro do carro. Desculpa, meu filho, não aguentei, sofrimento demais’.

Essas foram as palavras de um homem com o coração de pedra, Wellington de Rezende Silva, de 43 anos, enviadas para o próprio filho logo após cometer um ato de crueldade indescritível contra sua ex-companheira, Luana Moreira, de 41 anos. A tranquilidade com que o assassino confessa o crime é de causar pavor, transformando o que deveria ser um laço de amor familiar em um pesadelo eterno para o jovem que ouviu a terrível notícia.

O FIM DE LUANA: UMA MORTE CRUEL DENTRO DO CARRO

Tudo começou com a esperança de uma reconciliação, mas terminou no mais sombrio dos cenários. Luana, uma dedicada manicure de Planaltina, no Distrito Federal, aceitou entrar no carro do ex-marido para uma conversa. Mal sabia ela que estava entrando em uma armadilha mortal.

Quando Luana afirmou com firmeza que não desejava reatar o casamento, a face de Wellington se transformou. Em um ato de covardia e fúria, ele a atacou sem chance de defesa. Primeiro, usou o cinto de segurança do próprio carro para estrangulá-la até que ela perdesse os sentidos.

Não satisfeito, o monstro revelou uma faca que estava escondida debaixo do tapete e desferiu golpes na costela, na orelha e no pescoço da mulher que um dia jurou amar e proteger. Foi o fim trágico de um relacionamento que virou uma estatística sangrenta de feminicídio.

CONFISSÃO E PRISÃO: O ASSASSINO QUE SE ENTREGOU COM O CORPO

O que se seguiu ao assassinato brutal parece uma cena de filme de terror. Com uma frieza inacreditável, Wellington de Rezende Silva não fugiu. Ele dirigiu seu carro, com o corpo sem vida de Luana ao seu lado, até a 16ª Delegacia de Polícia.

Ao chegar, apresentou-se aos policiais e confessou o que havia feito, apontando para o veículo onde a vítima se encontrava. A cena chocou até os agentes mais experientes. A faca usada no crime foi apreendida, e o assassino, que se entregou como quem entrega uma encomenda, foi preso em flagrante.

Agora, a comunidade de Planaltina chora por Luana e clama por justiça, esperando que este monstro pague atrás das grades por cada segundo de dor que causou, encerrando um capítulo de horror que jamais será esquecido.

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