Corp0 achado na mata: Polícia revela o que aconteceu com Emilly após discussão por dinheiro e… Ver Mais
A angústia de uma família e o mistério que rondava a zona Sul de Teresina chegaram a um fim trágico e revoltante neste fim de semana. O corpo de Emilly Yassmyn Silva Oliveira, uma jovem de apenas 24 anos que estava desaparecida, foi localizado em uma área de mata fechada na região da Estrada da Alegria. O estado em que a vítima foi encontrada chocou até mesmo os policiais experientes que atenderam a ocorrência, exigindo exames de DNA para a confirmação oficial da identidade devido à brutalidade cometida contra ela.
A descoberta ocorreu após dias de buscas intensas e investigações minuciosas conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). A esperança de encontrar Emilly com vida foi brutalmente interrompida pela confissão fria dos envolvidos, que indicaram exatamente onde haviam desovado o corpo da jovem. A mãe da vítima, em um desabafo doloroso à imprensa, lamentou profundamente não poder sequer realizar um velório digno, dizendo: “Nem vou poder dar o último adeus”, uma frase que ecoa a crueldade do ato.
O cenário encontrado na mata revelava a tentativa desesperada dos criminosos de ocultar as provas do crime bárbaro que haviam cometido horas antes. Os restos mortais estavam reduzidos a uma ossada, indicando que o corpo havia sido incendiado no local para dificultar a identificação imediata pela polícia. A notícia se espalhou rapidamente pela capital piauiense, gerando uma onda de indignação e pedidos por justiça nas redes sociais diante da violência extrema empregada contra a mulher.

A operação policial agiu rápido para capturar os responsáveis, identificando o homem que foi visto pela última vez com a vítima no dia do desaparecimento. A prisão dos suspeitos trouxe à tona a narrativa assustadora dos últimos momentos de vida de Emilly. O que parecia ser apenas mais um caso de desaparecimento revelou-se um homicídio qualificado, motivado por razões fúteis que expõem a desvalorização da vida humana de forma alarmante.
A Disputa por Valor e a Execução
Segundo as investigações e a confissão obtida pelo delegado Francisco Costa, o “Baretta”, o crime foi motivado por um desentendimento financeiro absurdo após um programa sexual. O valor combinado previamente entre Emilly e o cliente, identificado como Hilton Candeira Carvalho, seria de R$ 1.500,00, uma quantia que jamais foi paga integralmente. Após o ato, o homem se recusou a honrar o acordo, oferecendo apenas R$ 300,00, o que desencadeou uma discussão acalorada dentro do imóvel.
A recusa no pagamento gerou revolta na jovem, que ameaçou chamar conhecidos para irem até o local cobrar o valor justo pelo serviço prestado. Foi nesse momento de tensão que a brutalidade se instalou: o suspeito relatou ter agredido Emilly e arremessado o celular dela para longe, impedindo qualquer pedido de socorro. Ele aplicou um golpe de imobilização conhecido como “mata-leão”, neutralizando a vítima que lutava pelos seus direitos e pela sua vida naquele instante terrível.
Não satisfeito com a agressão física inicial, o criminoso utilizou um fio de internet que estava ao seu alcance para asfixiar a jovem até a morte. A frieza do relato impressiona, pois descreve uma execução sumária motivada pela recusa em pagar o valor que ele mesmo havia combinado anteriormente. A vida de Emilly foi ceifada ali mesmo, estrangulada de forma covarde, transformando uma disputa comercial em um cenário de homicídio doloso.
A participação de um segundo homem, Carlos Roberto da Silva Sousa, foi fundamental para a consumação da ocultação do cadáver logo após o assassinato.
A dupla agiu em conjunto para remover o corpo do local do crime e transportá-lo até a área isolada onde seria abandonado. A dinâmica apresentada pela polícia mostra que houve tempo para planejar como se livrariam da vítima, evidenciando o dolo e a crueldade de ambos os envolvidos nesta tragédia.





