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Por ciúmes do filho, sogra mat@ e €squ@rt€ja a nora grávid4 de… Ver mais

O caso de Zara Bibi, uma jovem grávida de sete meses que desapareceu em Daska, no Paquistão, no início de novembro de 2024, chocou a região. O desaparecimento logo se transformou em uma tragédia, com detalhes perturbadores que abalaram a comunidade. A história, que começou com uma busca desesperada, terminou com uma descoberta que deixou todos em estado de choque.

O início da investigação

No dia 10 de novembro, o pai de Zara tentou contato com a filha, mas o celular estava desligado. Dois dias depois, preocupado, ele foi até a casa dela. A cunhada de Zara afirmou que ela havia saído levando joias e outros bens, mas o filho pequeno de dois anos permanecia em casa.

Desconfiado, o pai decidiu registrar o desaparecimento na polícia. As autoridades iniciaram as buscas imediatamente, mas o pior ainda estava por vir. Pouco tempo depois, a polícia encontrou três sacos plásticos em esgotos da cidade, contendo partes de um corpo.

Após análise, foi confirmado que os restos mortais pertenciam a Zara. A descoberta marcou o início de uma investigação que revelou detalhes ainda mais sombrios sobre o caso.

A confissão e o crime chocante

A principal suspeita do crime era a sogra de Zara, Sughran Bibi. Ela foi presa junto com outros familiares: a filha Yasmin, o neto Hanza e dois parentes, Navid e Abdullah. Durante o interrogatório, a sogra confessou o crime, alegando que Zara praticava bruxaria para seduzir seu filho.

De acordo com a confissão, Zara foi sufocada com uma almofada enquanto dormia. Em seguida, seu rosto foi queimado, o corpo esquarteijado e colocado em sacolas, que foram descartadas no esgoto. A brutalidade do crime deixou toda a comunidade em estado de choque.

Zara era casada há quatro anos com Qadir Ahmad, com quem tinha um filho de dois anos e esperava o segundo. O casal morava na Arábia Saudita, e Zara havia retornado ao Paquistão há pouco mais de duas semanas antes do crime.

A motivação por trás do crime

Para a polícia, o ciúme extremo da sogra foi o principal motivo do crime. Zara vivia um relacionamento estável, recebia apoio financeiro do marido e era bem tratada, o que gerou ressentimento na família, principalmente na mãe de Qadir.

O estopim parece ter sido o fato de Zara estar recebendo dinheiro do marido enquanto a sogra não recebia mais nada. Esse conflito financeiro, aliado a uma crença supersticiosa, culminou no crime brutal que tirou a vida de Zara e de seu filho ainda não nascido.

Os envolvidos seguem sob custódia, aguardando o julgamento. O caso serve como um alerta sobre violência familiar e os perigos de crenças irracionais que podem levar a tragédias irreparáveis.

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