Notícia

Só Veja se Tiver Estôm4go! Primeira Imagem do Idoso Devorad0 por Jacarés é de Arrepiar… Ver Mais

Uma pacata tarde de pescaria se transformou em um cenário de filme de terror para um aposentado de 73 anos em Sud Mennucci, no coração de São Paulo. Abrão Lino Da Cruz, um homem que buscava apenas a tranquilidade das águas de um açude, encontrou um destino terrível e impensável, tendo seu corpo encontrado ao lado de dois predadores impiedosos: jacarés.

“Eu avisei…”: O Lamento do Amigo Que Encontrou a Cena Macabra

A dor da perda é ainda mais amarga quando vem acompanhada do peso do “e se?”. Antônio Martelo, dono da propriedade e amigo de longa data de Abrão, vive agora este pesadelo. Em um relato comovente e embargado pela tristeza, ele contou que tentou alertar o amigo.

“Eu disse para ele não ir, a água estava suja, perigosa”, lamentou. A preocupação de Antônio o levou a verificar o amigo. Ao chegar ao açude, a visão foi devastadora.

“Chegando lá, já vi o chapéu boiando e os dois jacarés em cima dele. A água não dava nem 80 centímetros, mas o jacaré estava comendo ele já. Perder um amigo desse jeito é difícil”, desabafou Antônio, descrevendo a cena que ficará para sempre gravada em sua memória.

O Que os Jacarés Fizeram? Detalhes do Resgate Chocam a População

A ocorrência, registrada oficialmente como “morte suspeita”, revelou detalhes que chocaram a pequena comunidade. O corpo de Abrão apresentava sinais claros de mordidas e ferimentos brutais, um testemunho silencioso da violência do ataque.

O que mais assusta é que os animais, mesmo após o ato, permaneceram ao lado da vítima, como se guardassem sua presa. O resgate do corpo foi uma operação tensa, realizada sob o olhar atento das feras.

O aposentado foi sepultado na manhã seguinte, deixando para trás uma família enlutada e uma cidade inteira em estado de choque, questionando a segurança de locais antes considerados inofensivos.

Biólogo Lança Alerta Assustador: “Eles Não São Seletivos”

Para entender essa tragédia, o biólogo Vinicius Savazo, da Unesp, traz uma explicação que serve como um alerta para todos, especialmente para os mais velhos que apreciam a natureza. Segundo o especialista, embora o ser humano não faça parte da dieta natural de um jacaré, a evolução e a aproximação com áreas urbanas tornaram esses répteis menos seletivos.

“Eles são predadores oportunistas”, explica Savazo. Isso significa que, em uma situação de vulnerabilidade, como a de um idoso em águas turvas, o instinto predador pode falar mais alto. O ataque a Abrão não foi uma caça planejada, mas uma trágica oportunidade. Fica a lição dolorosa: a natureza, mesmo em um simples açude de fazenda, guarda perigos ancestrais que não podem, jamais, ser subestimados.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo