URGENT3: B0ls0naro sofre queda em cela e laudo médico revela que ele pode… Ver Mais
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi liberado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, para realizar exames hospitalares após sofrer uma queda na cela da Polícia Federal. Lesões neurológicas foram descartadas pelos médicos, que confirmaram um traumatismo craniano leve. Bolsonaro chegou ao Hospital DF Star em Brasília por volta das 11h30, com segurança acompanhada pela Polícia Federal.
Exames e diagnóstico médico
Bolsonaro passou por três exames de imagem ao longo de 5 horas: tomografia, ressonância magnética do crânio e eletroencefalograma. Os resultados descartaram danos neurológicos e confirmaram o diagnóstico de traumatismo craniano leve. De acordo com a equipe médica, o mal-estar do ex-presidente pode ter sido causado por uma possível interação medicamentosa envolvendo remédios para controle de soluços e cuidados pós-cirúrgicos.
O médico responsável destacou que não houve evidências de uma crise convulsiva e que Bolsonaro estava estável durante os exames. No entanto, sintomas como tontura, desequilíbrio e oscilação de memória foram relatados, exigindo monitoramento nas próximas semanas para descartar complicações tardias, como sangramentos intracranianos.
A observação médica é crucial, especialmente para pacientes idosos, como Bolsonaro, que podem apresentar complicações após traumas cranianos. “O chacoalhar do cérebro pode provocar uma ruptura de vasos que sangram gradualmente, levando a sintomas de compressão cerebral”, explicou o neurocirurgião, segundo informações do portal Pronatec.

Críticas e prisão domiciliar
A ex-primeira-dama Michele Bolsonaro criticou a estrutura da Polícia Federal para atendimento emergencial ao ex-presidente e reiterou o pedido de prisão domiciliar. “Não há agilidade para atendê-lo numa emergência”, afirmou. A crítica ganhou repercussão após a queda de Bolsonaro, que levantou dúvidas sobre as condições de segurança e assistência médica disponíveis.
Após os exames, Bolsonaro retornou à superintendência da Polícia Federal em Brasília. O caso gerou debate público sobre a necessidade de melhores condições para presos de perfil semelhante, especialmente aqueles com problemas de saúde. A equipe médica da PF segue monitorando o ex-presidente, com prontidão 24 horas por dia.
O ministro Alexandre de Moraes também interveio no caso, anulando uma sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para apurar supostas falhas no atendimento médico. Moraes considerou o procedimento ilegal e destacou que a PF já oferece assistência adequada ao ex-presidente, segundo o portal Pronatec.
Desdobramentos e decisões judiciais
O CFM havia anunciado a abertura de uma sindicância para investigar denúncias relacionadas ao atendimento médico prestado a Bolsonaro. No entanto, o ministro Alexandre de Moraes declarou a nulidade do procedimento, alegando que o Conselho não tem competência para fiscalizar o trabalho da Polícia Federal.
Em seu despacho, Moraes ordenou que o presidente do CFM fosse ouvido pela PF e determinou que o Hospital DF Star enviasse todos os documentos e laudos dos exames realizados por Bolsonaro em 24 horas. O ministro reforçou que a equipe médica da PF prestou os primeiros socorros e acompanhou o ex-presidente após o acidente.
Até o momento, o Conselho Federal de Medicina não se pronunciou sobre a decisão de Moraes. O caso segue sendo acompanhado de perto, com novas informações sendo divulgadas conforme os desdobramentos ocorrem. A saúde de Jair Bolsonaro continua sob monitoramento, com possíveis atualizações nos próximos dias, segundo o portal Pronatec.





