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Saiba como vive Andreas, irmão de Suzane Von Richthofen, fotos são de c0rtar o coração… Veja mais

O nome de Andreas von Richthofen voltou aos holofotes com o lançamento da série “Tremembé”, reacendendo memórias do crime que parou o Brasil em 2002. Na época, ele tinha apenas 15 anos quando os pais, Manfred e Marísia, foram brutalmente assassinados — crime planejado pela própria irmã, Suzane, junto aos irmãos Cravinhos.

Desde então, a trajetória de Andreas se desenrolou longe do escândalo. Apesar de ser o único herdeiro da família, ele sempre buscou se manter afastado da mídia e da internet, optando por uma vida reservada e silenciosa, longe da irmã e da tragédia que marcou sua juventude.

Atualmente com 38 anos, Andreas vive em completo isolamento em um sítio no interior de São Paulo, cercado por natureza e memórias, enquanto sua figura permanece envolta em mistério para o grande público.

De aluno brilhante na USP a recluso no interior de SP

Após o crime, Andreas buscou refúgio nos estudos e conseguiu manter o foco acadêmico mesmo diante de um cenário tão traumático. Ele concluiu o ensino médio e ingressou na Universidade de São Paulo (USP), onde se formou em Farmácia e Bioquímica.

A carreira acadêmica foi além: ele também concluiu um doutorado em Química Orgânica, se tornando referência nos círculos acadêmicos da universidade. No entanto, nunca chegou a buscar uma carreira pública ou notoriedade científica.

Com o tempo, Andreas foi se afastando da sociedade e da vida urbana. Pouco após a conclusão de seus estudos, ele optou por se mudar para um sítio herdado dos pais, localizado em São Roque, onde vive até hoje, sem acesso à internet e sem contato frequente com vizinhos.

O isolamento é total. Relatos apontam que ele evita qualquer tipo de interação social e que não mantém relação com familiares, especialmente com Suzane, com quem cortou todos os laços.

Surto psicótico expôs dificuldades emocionais enfrentadas

Em 2017, Andreas voltou a ser notícia após um episódio envolvendo um surto psicótico. Ele foi encontrado em uma casa na Zona Sul de São Paulo, desorientado, e acabou sendo detido pela polícia. O caso terminou com sua internação em uma ala psiquiátrica de um hospital público.

Na ocasião, foi revelado que Andreas vinha enfrentando dificuldades com o uso de álcool e outras substâncias, o que levou a um período de dois meses de internação para tratamento.

Desde então, ele permaneceu afastado da vida pública. O episódio foi tratado com discrição por amigos e familiares, reforçando ainda mais sua decisão de se manter distante da sociedade e dos holofotes.

Mesmo com a visibilidade recente proporcionada pela série, Andreas continua recluso, sem qualquer manifestação pública sobre sua vida atual ou sobre o crime.

Patrimônio milionário pode ir a leilão por dívidas acumuladas

Apesar de sua vida simples e isolada, Andreas é o único herdeiro de um patrimônio que, à época do crime, era estimado em cerca de 10 milhões de reais. Imóveis, veículos e terrenos fazem parte do espólio deixado pelos pais.

Contudo, parte dessa fortuna vem sendo consumida por dívidas acumuladas ao longo dos anos, principalmente relacionadas a IPTU e taxas de condomínio. Estima-se que os débitos já somem mais de 500 mil reais.

Segundo o jornalista Ullisses Campbell, autor da obra que inspirou a série, oficiais de justiça enfrentam dificuldades para localizar Andreas e entregar notificações judiciais. Caso as pendências não sejam regularizadas, imóveis podem ir a leilão.

Hoje, mais de duas décadas após o crime, Andreas vive isolado, sem contato com a irmã e longe da vida que poderia ter levado. Sua história é marcada pela tentativa constante de recomeçar — ainda que cercada de sombras do passado.

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