Em Carta Psicografada Silvio Santos Revela Algo Sobre A M0rte De Orelha “Era Apenas Um… Ver Mais
O caso do cão Orelha não é apenas uma notícia policial; é um espelho que reflete uma ferida aberta na alma da nossa sociedade. Em Santa Catarina, a brutalidade com que adolescentes tiraram a vida de um ser indefeso parou o Brasil.
A agressão fatal, desprovida de qualquer traço de compaixão, levanta o questionamento: onde foi que erramos com a nossa juventude? A investigação policial corre contra o tempo, enquanto o clamor público exige não apenas punição, mas uma diferenciação clara entre os culpados e os inocentes.
Se o maior comunicador da história da nossa TV, Silvio Santos, estivesse aqui, ele certamente não ficaria calado. Imagine aquele auditório iluminado ficando em silêncio por um instante. Silvio, com sua sensibilidade ímpar para o que o povo sente, provavelmente olharia para a câmera e, com aquele tom sério que reservava para os momentos de injustiça, diria: “É um absurdo, gente! É uma falta de educação, uma falta de amor ao próximo!”.
O Desabafo do “Patrão”: O Veredito de Silvio Santos que o Brasil Gostaria de Ouvir
Para Silvio Santos, a família era o pilar de tudo. Ele teria focado não apenas na punição, mas na base. Ele questionaria, com toda a certeza, onde estavam os pais desses jovens.
O “Patrão” sempre defendeu o respeito, a disciplina e a alegria. Ver adolescentes usando sua energia para praticar tamanha crueldade contra um animal senciente — que sente dor, medo e amor — seria, para ele, um sinal de uma “juventude perdida” que precisa ser resgatada por valores mais sólidos.
Silvio era um homem que amava a vida. Ele entenderia o clamor público por justiça e, com seu faro jornalístico apurado, destacaria a importância de separar quem realmente cometeu o ato daqueles que são inocentes, mas sem nunca deixar de punir o erro.
“Justiça é justiça, e o que fizeram com o pobrezinho do Orelha não tem explicação”, ele diria, com aquele balançar de cabeça característico.
O apresentador, que sempre buscou levar o “sorriso” para as casas brasileiras, veria nesse caso um motivo de luto nacional. Ele transformaria essa tragédia em uma lição de moral para o seu público de domingo, lembrando que quem não respeita um animal, dificilmente respeitará um ser humano.
No fim, ele pediria palmas, não para a notícia, mas para aqueles que lutam pelos direitos dos animais, encerrando com um lembrete de que a vida é o bem mais precioso que temos.





