URGENTE: Carro alegórico p4ssa por cima de 3 cor…Ver mais
A madrugada de domingo, 15 de fevereiro de 2026, terminou com momentos de tensão no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. O desfile da União de Maricá, pela Série Ouro do Carnaval do Rio, já se aproximava do encerramento quando tudo aconteceu. A última alegoria avançava em direção à área da dispersão, na Praça da Apoteose. Foi nesse instante que o inesperado mudou completamente o clima da avenida.
Segundo testemunhas, o carro alegórico perdeu o controle ao sair da pista e acabou colidindo contra a grade de proteção. A movimentação ocorreu rapidamente, surpreendendo integrantes que auxiliavam na condução da estrutura. Com o impacto, pessoas que estavam próximas foram atingidas. O susto foi imediato e gerou correria na área final do desfile.
Equipes médicas que já estavam posicionadas no Sambódromo iniciaram atendimento emergencial em poucos segundos. A agilidade no socorro foi essencial para evitar consequências ainda mais graves. O público que ainda permanecia no local acompanhou apreensivo toda a movimentação. O brilho do Carnaval deu lugar ao silêncio preocupado.
Entre os feridos está um homem de 65 anos que sofreu fratura séria na perna direita. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, onde passou por cirurgia. Após o procedimento, seu estado de saúde foi considerado estável. Outras duas pessoas tiveram ferimentos leves e também receberam atendimento médico.
O momento exato que gerou o acidente
O incidente ocorreu justamente na transição entre o fim do desfile e a saída das alegorias da pista principal. A dispersão é considerada uma das áreas mais delicadas do percurso. Nesse trecho, o espaço se torna mais estreito e exige precisão nas manobras. Qualquer falha pode gerar risco significativo.
Relatos apontam que o carro apresentou dificuldade ao realizar a manobra de saída. A estrutura, de grande porte e peso elevado, teria desviado da rota ideal antes da colisão. A proximidade das grades de proteção aumentou o impacto da falha. Pessoas que auxiliavam na operação acabaram atingidas.
Apesar da gravidade do susto, não houve registro de vítimas em estado crítico além do idoso operado. Uma das pessoas feridas foi atendida no posto médico montado na própria Sapucaí e liberada logo em seguida. A outra foi encaminhada ao Hospital Miguel Couto para exames complementares. O atendimento rápido evitou complicações maiores.
Especialistas destacam que carros alegóricos exigem controle técnico rigoroso durante todo o percurso. O momento de saída costuma ser especialmente sensível devido à redução de espaço. A investigação deve analisar imagens de segurança e ouvir testemunhas. O objetivo é entender exatamente o que provocou a perda de controle.
Reação da escola e impacto no desfile
Em nota oficial, a União de Maricá lamentou profundamente o ocorrido. A direção informou que está oferecendo total assistência às vítimas e seus familiares. Representantes da escola acompanharam os atendimentos hospitalares desde o início. A prioridade, segundo a agremiação, é a recuperação dos feridos.
O acidente provocou breve atraso na dispersão, mas não comprometeu o andamento geral da programação do Carnaval. Ainda assim, o clima de celebração foi substituído por apreensão entre integrantes. Muitos permaneceram nas imediações buscando informações atualizadas sobre o estado de saúde dos colegas. A tensão marcou o encerramento da apresentação.
A Liga responsável pelos desfiles confirmou que abriu apuração para esclarecer o caso. Protocolos de segurança deverão ser revisados para evitar novos incidentes. O episódio reacende o debate sobre os desafios logísticos envolvendo alegorias de grande porte. Segurança e espetáculo precisam caminhar juntos.
Mesmo com o incidente, a escola mantém seu compromisso com a competição da Série Ouro. O foco agora está dividido entre a disputa e o acompanhamento das vítimas. A comunidade do samba segue mobilizada em solidariedade. O Carnaval terminou, mas o episódio ainda repercute nos bastidores.





