Só Veja Se Tiver Coragem: Filho M4ta Mãe E Tira O Ded0 Dela Para Acessar Contas Bancárias “Ela Pegou Ele E… Ver Mais
O caso envolvendo a morte de Eliana, de 61 anos, chocou a família e levantou uma série de questionamentos sobre a relação entre mãe e filho antes da tragédia. Descrita como uma mulher dedicada, conhecida por fazer tudo pelo único herdeiro, Eliana jamais imaginou que encontraria um fim tão violento dentro da própria casa, onde sempre acreditou estar protegida ao lado de Maurício.
A versão apresentada por ele à polícia aponta que uma discussão teria antecedido tudo, quando, segundo o estudante de direito, um empurrão acidental fez a mãe cair e bater a cabeça. Maurício a deixou no sofá acreditando que estivesse apenas ferida e saiu de casa, retomando a rotina como se o episódio fosse apenas mais um momento de tensão.
Dois dias depois, ele retornou e encontrou Eliana no mesmo local, já sem vida. Sem acionar o socorro ou avisar parentes, decidiu enrolar o corpo em um lençol, colocá-lo no porta-malas do carro da própria mãe e dirigir até um terreno afastado, onde ateou fogo ao cadáver. Foi nesse momento que detalhes ainda mais perturbadores surgiram.
Antes de abandonar o corpo, Maurício cortou o dedo da mãe. Em depoimento, ele confessou que usou a digital dela para acessar o celular, realizar movimentações bancárias, transferências e até solicitações de empréstimos, como se nada tivesse acontecido.

A frieza revelada em cada ação pós-crime
Mesmo após ocultar o corpo, Maurício continuou respondendo mensagens no celular da mãe, imitando a escrita dela para não despertar suspeitas entre amigos e parentes. Os vizinhos, que estavam acostumados a ver Eliana circulando pelo local, estranharam o sumiço, mas não imaginaram a gravidade da situação. Ele, por sua vez, mantinha a rotina normalmente, transitando pela rua como se nada tivesse ocorrido.
O irmão de Eliana, que mora no mesmo terreno, relatou ter sido enganado repetidas vezes pelo sobrinho, descrevendo-o como manipulador e incapaz de demonstrar empatia. Segundo ele, não se tratava do primeiro episódio preocupante: anos antes, Maurício teria amarrado a própria mãe com fita adesiva e roubado dinheiro da conta dela. Ainda assim, ela o perdoou e decidiu não denunciar, acreditando que o filho pudesse mudar.
A investigação também indicou que Maurício se apresentava nas redes sociais como estudante de direito, transmitindo uma imagem de jovem comunicativo e bem-humorado. Entretanto, a personalidade que mostrava à família era completamente distinta, marcada por comportamentos agressivos e imprevisíveis.
As confissões dadas à polícia chamaram atenção pela ausência de emoção. Ele descreveu cada passo, desde o empurrão até o momento em que depositou o corpo no terreno, com frieza e distanciamento, o que ampliou ainda mais a perplexidade dos investigadores.
Uma família destruída e à espera de respostas
A família só descobriu o crime porque Maurício assaltou um posto de combustíveis dias depois. Durante o flagrante, policiais tentaram contatar a mãe, sem sucesso, e foram até a casa, onde encontraram manchas de sangue. Confrontado, ele confessou o crime e indicou o local em que havia abandonado o corpo.
O IML recolheu o cadáver como indigente, e agora os parentes aguardam a liberação para que possam realizar a despedida. Para eles, Eliana sempre foi uma figura afetuosa, que acreditou até o fim na recuperação do filho, mesmo diante de comportamentos que já demonstravam risco.
As autoridades avaliam que Maurício agiu com consciência e intenção ao manipular a cena, ocultar o corpo e tentar lucrar com a morte da mãe, afastando qualquer hipótese de acidente. A expectativa é que ele responda por feminicídio qualificado, ocultação de cadáver, fraude e roubo, o que pode resultar em penas severas.
A tragédia expõe um ciclo de controle, perversidade e dependência emocional que terminou de forma brutal, deixando familiares e vizinhos perplexos diante da frieza revelada em cada etapa da investigação.





