Só Veja se Tiver Estômag0! Detalhes do que fizeram com o c0rpo do empresário em Interlagos são de arr… Ver Mais
A dor de uma família e o mistério que chocou o Brasil ganham um novo capítulo de horror. O empresário Adalberto Amarílio dos Santos Júnior, um homem de bem, trabalhador, teve um fim trágico e covarde dentro do Autódromo de Interlagos, um lugar que deveria ser de festa e alegria.
Seu corpo foi encontrado dias depois, jogado de qualquer maneira dentro de um buraco frio e escuro, como se sua vida não valesse nada.
Desde então, a pergunta que não quer calar ecoa na mente de todos: o que realmente aconteceu com Adalberto? Agora, uma confissão bombástica, um depoimento que estava guardado a sete chaves pela polícia, pode finalmente trazer a luz para essa escuridão.
A CONFISSÃO DO ‘MATA-LEÃO’: O GOLPE COVARDE QUE TIROU UMA VIDA
A investigação, que parecia um quebra-cabeça com peças faltando, acaba de encontrar sua peça principal. Em um depoimento obtido com exclusividade, uma testemunha-chave revelou aos investigadores a frase que ouviu momentos antes da tragédia: “o segurança foi dar um mata-leão no cara”.
Um mata-leão, para quem não sabe, é um golpe cruel, aplicado por trás, que aperta o pescoço da vítima e corta seu ar, podendo levar à morte em segundos.
Essa declaração terrível se encaixa perfeitamente com o que os peritos já desconfiavam: o laudo apontou sinais de asfixia. Não foi um mal súbito, não foi um acidente. Tudo indica que Adalberto foi imobilizado de forma violenta e fatal por aqueles que deveriam garantir sua segurança.
JUSTIÇA POR ADALBERTO: ATÉ QUANDO A IMPUNIDADE?
Com essa nova prova, o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), a elite da polícia paulista, está cada vez mais perto de colocar os responsáveis por essa barbaridade atrás das grades. Mas o caso segue em aberto. Quem são esses seguranças?
Por que atacaram Adalberto com tanta violência? Eles agiram sozinhos ou receberam ordens? São perguntas que a família de Adalberto e todo o Brasil exigem respostas. Uma vida foi perdida de forma brutal e a sensação de insegurança toma conta.
Enquanto a justiça não for feita, a memória de Adalberto clama por uma resposta. O que aconteceu em Interlagos não pode e não será esquecido, e os culpados precisam pagar pelo que fizeram.





