Reviravolta: Celular de primas desaparecidas dá sinal e leva polícia a local, foi o p…Ler Mais
O desaparecimento de Sttela Dalva Melgari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, segue causando comoção no interior do Paraná. As duas primas não são vistas há mais de duas semanas, desde que aceitaram um convite para participar de uma festa. O caso mobiliza familiares, amigos, moradores e autoridades.
Segundo relatos repassados pelas famílias, as jovens entraram em um veículo após receberem o convite. O último contato ocorreu quando informaram que seguiriam para um evento em Maringá. Depois disso, nenhuma nova mensagem foi enviada, o que aumentou a angústia dos parentes e intensificou as buscas.
Nas redes sociais, a repercussão cresceu rapidamente. Publicações com fotos, pedidos de informação e mensagens de apoio passaram a ser compartilhadas por moradores da região e pessoas de outras cidades. A mobilização digital se tornou uma forma de manter o caso em evidência e ajudar nas investigações.
Polícia Civil investiga convite para festa
A Polícia Civil do Paraná trabalha com diferentes possibilidades para esclarecer o desaparecimento das jovens. Uma das principais linhas de investigação envolve Clayton Antonio da Silva Cruz, conhecido como “Dog Dog”. Ele teria usado uma identidade falsa para convidar Sttela e Letycia para a suposta festa.
Outro ponto importante da investigação é uma caminhonete Hilux encontrada em uma área rural de Paranavaí. O veículo pode ter relação com o desaparecimento e foi encaminhado para análise pericial. Os investigadores buscam vestígios, imagens, mensagens e depoimentos que possam ajudar a reconstruir o trajeto das jovens.
Nos últimos dias, a possibilidade de homicídio passou a ser considerada com mais força pelas autoridades. A hipótese ganhou relevância após depoimentos e levantamentos técnicos. Mesmo assim, a investigação continua em andamento, e a polícia ainda busca elementos concretos para confirmar o que aconteceu com as primas.
Famílias cobram respostas e justiça
Enquanto as buscas continuam, familiares de Sttela e Letycia vivem dias de apreensão. A falta de respostas torna o sofrimento ainda maior, principalmente diante da incerteza sobre o paradeiro das jovens. Parentes e amigos seguem acompanhando cada atualização divulgada pelas autoridades.
A comunidade também tem demonstrado solidariedade. Moradores organizaram manifestações, vigílias e correntes de oração, cobrando agilidade nas investigações. O caso expõe a preocupação com a segurança de jovens diante de convites aparentemente comuns, mas que podem esconder situações de risco.
A cobertura da imprensa tem ajudado a manter o desaparecimento em destaque nacional. Para as famílias, cada informação pode ser decisiva. A esperança é que as investigações avancem, tragam respostas concretas e permitam que Sttela e Letycia tenham justiça, enquanto o Paraná acompanha o caso com profunda comoção.





